AS MONTANHAS DA TERRA SANTA
MONTE DA ASCENÇÃO (Actos 1:8-11)
MONTE DO CALVÁRIO
MONTE DE BELÉM
MONTE DO TEMPLO
MONTE DAS OLIVEIRAS
MONTE DE HERMON
MONTE DE GILBOA

Ao fim de 35 anos de trabalho, o arqueólogo israelita Ehud Netzer, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou o sonho de uma vida: descobriu e acaba de revelar ao Mundo o mausoléu que encerra o túmulo do rei Herodes, nascido em 73 a. C. e falecido no ano 4 a. C.

Ehud Netzer

Construído numa montanha rochosa – o Monte Heródio –, o mausoléu fica a 15 quilómetros de Jerusalém, às portas do deserto, integra-se num complexo monumentístico impressionante e só é acessível graças a um grande lanço de escadas (de seis metros e meio de largura), mandado construir propositadamente para o cortejo fúnebre do rei.


Claro que, ao longo dos anos, o local foi sistematicamente pilhado (sobretudo durante o primeiro século da era cristã, por grupos de judeus revoltados contra a ocupação romana) e ontem aquilo que Netzer apresentou ao Mundo foram centenas de pedaços do que teria sido, em tempos, um sarcófago esplendoroso. Ainda assim, nada consegue diminuir a felicidade deste homem que começou a interessar-se por Herodes na década de 60 e que iniciou este processo arqueológico em 1972, alertado por um livro do historiador judaico-romano Flavio Josefo.As investigações começaram inicialmente numa escala muito modesta e, ao longo dos anos, sofreram vários revezes. Na década de 80, os trabalhos tiveram de parar por causa da Intifada. Retomados em 1997, tiveram nova paragem em 2000, recomeçando em 2005. Actualmente, Netzer é um dos maiores especialistas mundiais em arquitectura do período de Herodes, rei nomeado pelos romanos para governar a Judeia entre 37 a 4 a.C. e que se lançou num ambicioso programa de construções monumentais com vista a perpetuar o seu nome.

UM REI QUE FICOU NA HISTÓRIAResponsável pela construção das cidades de Cesareia e Sebastia, pelas fortalezas de Heródio e Massada e pela reconstrução do Templo de Jerusalém, Herodes decidiu fazer-se enterrar em Heródio por razões sentimentais: teve um acidente aparatoso no local, mas saiu praticamente incólume dos destroços. Mais de dois mil anos após a sua morte, Netzer descobriu, no meio das ruínas de Heródio, um belíssimo sarcófago de dois metros e meio de comprimento, construído em calcário avermelhado e decorado com rosetas. Segundo o especialista, só pode ser o túmulo do monarca. “É um sarcófago que não se encontra facilmente: é muito especial”, garantiu, em conferência.









A História tem calado muitos críticos da Bíblia. A redacção do Pentateuco (os primeiros cinco livros da Bíblia) por Moisés é um bom exemplo. Afirmava-se que a invenção do alfabeto tinha sido feita pelos séculos XII ou XI a.C. Isso era apresentado como um argumento para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco, visto que no seu tempo ainda não se tinha inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas em Ur, na antiga Caldéia, vieram comprovar que Abraão era cidadão de uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que muito anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).Estudiosos recentemente argumentaram que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O arqueólogo William F. Albright datou essa escrita como sendo do início do século XV a.C. (tempo de Moisés). O interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever os livros (Êxodo 17:14). Vejamos o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registar a divina revelação, em vez do difícil e incómodo cuneiforme de Babilónia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egipto.”
Se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi posterior a Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram apenas decifradas no século passado, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia fazê-lo em hieróglifos, língua na qual a própria Bíblia diz que Moisés era perito (Actos 7:22) e, nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século passado, quando o francês Champollion decifrou os hieróglifos egípcios. Acontece que, no princípio do século XX, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica, e era alfabética! Com essa descoberta, a origem do alfabeto transportou-se da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele. Portanto, foram estes antepassados dos fenícios que simplificaram a escrita. E passaram a usar o alfabeto em lugar dos hieróglifos, isto é, sinais que representam sons ao invés de sinais que representam ideias. Moisés, tendo vivido 40 anos numa região (Midiã) onde essa escrita era conhecida, viu nela a escrita do futuro, e passou a usá-la por duas grandes razões: (1) a impressão grandiosa que teve de usar uma língua alfabética para os seus escritos e que se compunha de apenas 22 sinais bastante simples comparados com os ideográficos que aprendera nas escolas do Egipto; (2) Moisés compreendeu que estava a escrever para o seu próprio povo, cuja origem era semita como a dos habitantes da terra onde estava a viver, e que não eram versados em hieróglifos por causa da condição de escravos a que estavam submetidos.Graças a tudo isso, a Bíblia pôde exercer grande e positiva influência na história da humanidade. E pode ter influência sobre você também. Já leu a sua Bíblia hoje?
Já ouviu aquela música que diz: “Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro”? É realmente uma linda canção, não é? A letra está baseada num texto de Isaías 64:8, que diz: “Mas agora, ó Senhor, Tu és o nosso Pai; nós o barro, e Tu o nosso oleiro; e todos nós obra das Tuas mãos.”O oleiro era justamente o artesão que fabricava jarros, vasos e outros artefactos de barro. Ele rodava a argila numa espécie de disco de madeira e habilmente dava a forma à peça com mãos hábeis. Se o resultado final não fosse bom, ele amassava de novo o barro e começava tudo de novo até ficar com a forma desejada. Somente então, ele colocava a peça para secar ao sol ou em fornos, para depois ser vendida no mercado. Nos tempos bíblicos, os vasos de argila eram bastante usados pelas pessoas em geral. Eram essenciais para os trabalhos do dia-a-dia. Cacos de antigos vasos são o que mais se encontram nas escavações arqueológicas das terras bíblicas. Muitos deles eram enterrados no chão das casas e serviam como uma espécie de silo onde o trigo e os grãos poderiam ser conservados sem se estragarem.
Uma vez que a cor e o formato das cerâmicas mudavam periodicamente, os vasos (ainda que quebrados) tornam-se muito úteis para o arqueólogo estabelecer a data de um sítio. Ou seja, pelo tipo de vasos encontrados numa casa, dá para saber o período aproximado em que determinada família ocupou aquele lugar. Povos antigos também usavam os vasos para tirar água das cisternas e levar para casa, onde era conservada a uma temperatura adequada. Aliás, ainda hoje algumas famílias de beduínos (grupo de pessoas que moram no deserto) conservam o costume de guardar alimentos e água em grandes vasos de barro. Eu mesmo já tive a oportunidade de ficar num acampamento de beduínos no deserto de Bayuda (que faz parte do Saara) onde havia vários vasos de barro que conservavam os alimentos. Apesar do calor, a água que me serviam era fria e agradável. Parecia até que tinha ficado por alguns minutos no frigorífico...Os vasos também permitiam aos antigos conservar o vinho e óleo que, enterrados no chão, mantinham uma temperatura fresca fazendo com que o conteúdo não ficasse morno devido ao intenso calor. Agora que sabe a importância do vaso para o dia-a-dia dos povos antigos pode compreender razão da Bíblia comparar a nossa vida a um vaso que sai das mãos do oleiro. Deus, é o nosso Oleiro, fez-nos com muito carinho. Ele modela-nos a cada dia da nossa vida e nos pede para sermos como um bom vaso de barro, armazenando no nosso interior as águas do amor de Cristo. Rodrigo Silva é professor de Novo Testamento no Centro Universitário Adventista e especialista em Arqueologia.









A arqueologia em Israel contribui para a compreensão dos laços entre o passado e o presente do país, revelando milhares de anos de história em cerca de 3.500 sítios. Muitos dos achados reflectem a longa conexão do povo judeu com a Terra de Israel, como os estábulos do Rei Salomão em Meguido (Vale de Jezreel), as casas do período israelita na Cidade de David (Jerusalém), os banhos rituais em Massada, numerosas sinagogas e os pergaminhos do Mar Morto, que contêm a
mais antiga cópia existente do Livro de Isaías em escrita hebraica, ainda legível.
(Génesis 7:6) – E era Noé da idade de seiscentos anos, quando o dilúvio das águas veio sobre a terra.
(Génesis 7:7) – Noé entrou na arca, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos, por causa das águas do dilúvio.
(Génesis 7:8) – Dos animais limpos e dos animais que não são limpos, e das aves, e de todo o réptil sobre a terra,
(Génesis 7:9) – Entraram de dois em dois para junto de Noé na arca, macho e fêmea, como Deus ordenara a Noé.
(Génesis 7:10) – E aconteceu que passados sete dias, vieram sobre a terra as águas do dilúvio.
(Génesis 7:11) – No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,
Aparentemente esta imagem - não está absolutamente provado que o seja - é um fóssil. Encontra-se no lugar onde a Arca de Noé se fixou, será a ARCA? Ninguém por enquanto pode responder com exactidão. Em todo o caso, tem a forma de um enorme barco.

MONTE ARARATE - VISTO DA CIDADE DA DE EREVAN, ARMÉNIA.

MONTE ARARATE

DESCOBERTAS NO LAGO QARE
No dia 28 de Junho partimos para o Lago Qare, no Monte Aragats na Arménia, juntamente com um guia profissional. Uma excelente estrada leva até ao Lago, onde se localiza o Instituto de Física da Arménia, onde se estuda os raios cósmicos. Depois de uma série de atrasos, chegamos ao Lago Qare e descobrimos que havia muito mais neve e lama do que suponhamos.
Ao chegarmos ao estacionamento existente numa das extremidades do lago, o nosso guia perguntou-nos, para onde queríamos ir. Apontei-lhe a encosta da montanha mais próxima do estacionamento, onde achei que poderíamos encontrar algumas inscrições. Em vez de seguir um caminho que parecia ser o mais curto, seguimos outro que rodeava o lago.


GREGO ANTIGO.

MONTE DE HERMON
MONTE DE GILBOATÚMULO DE HERODES REVELADO AO MUNDO

Ao fim de 35 anos de trabalho, o arqueólogo israelita Ehud Netzer, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou o sonho de uma vida: descobriu e acaba de revelar ao Mundo o mausoléu que encerra o túmulo do rei Herodes, nascido em 73 a. C. e falecido no ano 4 a. C.
Ehud Netzer

Construído numa montanha rochosa – o Monte Heródio –, o mausoléu fica a 15 quilómetros de Jerusalém, às portas do deserto, integra-se num complexo monumentístico impressionante e só é acessível graças a um grande lanço de escadas (de seis metros e meio de largura), mandado construir propositadamente para o cortejo fúnebre do rei.


Claro que, ao longo dos anos, o local foi sistematicamente pilhado (sobretudo durante o primeiro século da era cristã, por grupos de judeus revoltados contra a ocupação romana) e ontem aquilo que Netzer apresentou ao Mundo foram centenas de pedaços do que teria sido, em tempos, um sarcófago esplendoroso. Ainda assim, nada consegue diminuir a felicidade deste homem que começou a interessar-se por Herodes na década de 60 e que iniciou este processo arqueológico em 1972, alertado por um livro do historiador judaico-romano Flavio Josefo.As investigações começaram inicialmente numa escala muito modesta e, ao longo dos anos, sofreram vários revezes. Na década de 80, os trabalhos tiveram de parar por causa da Intifada. Retomados em 1997, tiveram nova paragem em 2000, recomeçando em 2005. Actualmente, Netzer é um dos maiores especialistas mundiais em arquitectura do período de Herodes, rei nomeado pelos romanos para governar a Judeia entre 37 a 4 a.C. e que se lançou num ambicioso programa de construções monumentais com vista a perpetuar o seu nome.

UM REI QUE FICOU NA HISTÓRIAResponsável pela construção das cidades de Cesareia e Sebastia, pelas fortalezas de Heródio e Massada e pela reconstrução do Templo de Jerusalém, Herodes decidiu fazer-se enterrar em Heródio por razões sentimentais: teve um acidente aparatoso no local, mas saiu praticamente incólume dos destroços. Mais de dois mil anos após a sua morte, Netzer descobriu, no meio das ruínas de Heródio, um belíssimo sarcófago de dois metros e meio de comprimento, construído em calcário avermelhado e decorado com rosetas. Segundo o especialista, só pode ser o túmulo do monarca. “É um sarcófago que não se encontra facilmente: é muito especial”, garantiu, em conferência.
MOISÉS E A ESCRITA ALFABÉTICA




A História tem calado muitos críticos da Bíblia. A redacção do Pentateuco (os primeiros cinco livros da Bíblia) por Moisés é um bom exemplo. Afirmava-se que a invenção do alfabeto tinha sido feita pelos séculos XII ou XI a.C. Isso era apresentado como um argumento para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco, visto que no seu tempo ainda não se tinha inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas em Ur, na antiga Caldéia, vieram comprovar que Abraão era cidadão de uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que muito anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).Estudiosos recentemente argumentaram que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O arqueólogo William F. Albright datou essa escrita como sendo do início do século XV a.C. (tempo de Moisés). O interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever os livros (Êxodo 17:14). Vejamos o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registar a divina revelação, em vez do difícil e incómodo cuneiforme de Babilónia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egipto.”
Se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi posterior a Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram apenas decifradas no século passado, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia fazê-lo em hieróglifos, língua na qual a própria Bíblia diz que Moisés era perito (Actos 7:22) e, nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século passado, quando o francês Champollion decifrou os hieróglifos egípcios. Acontece que, no princípio do século XX, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica, e era alfabética! Com essa descoberta, a origem do alfabeto transportou-se da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele. Portanto, foram estes antepassados dos fenícios que simplificaram a escrita. E passaram a usar o alfabeto em lugar dos hieróglifos, isto é, sinais que representam sons ao invés de sinais que representam ideias. Moisés, tendo vivido 40 anos numa região (Midiã) onde essa escrita era conhecida, viu nela a escrita do futuro, e passou a usá-la por duas grandes razões: (1) a impressão grandiosa que teve de usar uma língua alfabética para os seus escritos e que se compunha de apenas 22 sinais bastante simples comparados com os ideográficos que aprendera nas escolas do Egipto; (2) Moisés compreendeu que estava a escrever para o seu próprio povo, cuja origem era semita como a dos habitantes da terra onde estava a viver, e que não eram versados em hieróglifos por causa da condição de escravos a que estavam submetidos.Graças a tudo isso, a Bíblia pôde exercer grande e positiva influência na história da humanidade. E pode ter influência sobre você também. Já leu a sua Bíblia hoje?
A HISTÓRIA DO "VASO NOVO"
Já ouviu aquela música que diz: “Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro”? É realmente uma linda canção, não é? A letra está baseada num texto de Isaías 64:8, que diz: “Mas agora, ó Senhor, Tu és o nosso Pai; nós o barro, e Tu o nosso oleiro; e todos nós obra das Tuas mãos.”O oleiro era justamente o artesão que fabricava jarros, vasos e outros artefactos de barro. Ele rodava a argila numa espécie de disco de madeira e habilmente dava a forma à peça com mãos hábeis. Se o resultado final não fosse bom, ele amassava de novo o barro e começava tudo de novo até ficar com a forma desejada. Somente então, ele colocava a peça para secar ao sol ou em fornos, para depois ser vendida no mercado. Nos tempos bíblicos, os vasos de argila eram bastante usados pelas pessoas em geral. Eram essenciais para os trabalhos do dia-a-dia. Cacos de antigos vasos são o que mais se encontram nas escavações arqueológicas das terras bíblicas. Muitos deles eram enterrados no chão das casas e serviam como uma espécie de silo onde o trigo e os grãos poderiam ser conservados sem se estragarem.Uma vez que a cor e o formato das cerâmicas mudavam periodicamente, os vasos (ainda que quebrados) tornam-se muito úteis para o arqueólogo estabelecer a data de um sítio. Ou seja, pelo tipo de vasos encontrados numa casa, dá para saber o período aproximado em que determinada família ocupou aquele lugar. Povos antigos também usavam os vasos para tirar água das cisternas e levar para casa, onde era conservada a uma temperatura adequada. Aliás, ainda hoje algumas famílias de beduínos (grupo de pessoas que moram no deserto) conservam o costume de guardar alimentos e água em grandes vasos de barro. Eu mesmo já tive a oportunidade de ficar num acampamento de beduínos no deserto de Bayuda (que faz parte do Saara) onde havia vários vasos de barro que conservavam os alimentos. Apesar do calor, a água que me serviam era fria e agradável. Parecia até que tinha ficado por alguns minutos no frigorífico...Os vasos também permitiam aos antigos conservar o vinho e óleo que, enterrados no chão, mantinham uma temperatura fresca fazendo com que o conteúdo não ficasse morno devido ao intenso calor. Agora que sabe a importância do vaso para o dia-a-dia dos povos antigos pode compreender razão da Bíblia comparar a nossa vida a um vaso que sai das mãos do oleiro. Deus, é o nosso Oleiro, fez-nos com muito carinho. Ele modela-nos a cada dia da nossa vida e nos pede para sermos como um bom vaso de barro, armazenando no nosso interior as águas do amor de Cristo. Rodrigo Silva é professor de Novo Testamento no Centro Universitário Adventista e especialista em Arqueologia.
ESCAVAÇÕES CONFIRMAM O REINADO DE SALOMÃO



A velha questão para determinar o que é facto e o que é lenda nos textos bíblicos acaba de passar por mais uma reviravolta - e quem saiu a ganhar foi o glorioso reino de Salomão, filho de David, que teria governou os israelitas há 3.000 anos. Escavações na Jordânia sugerem que a extracção de cobre em escala industrial no antigo reino de Edom – região que, segundo a Bíblia, teria sido vassala dos reis de Israel – coincide, com o auge do governo do filho de David. Por outras palavras: as célebres "minas do rei Salomão" podem ter existido do outro lado do rio Jordão.A pesquisa, coordenada pelo arqueólogo Thomas E. Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego, está na prestigiada Revista científica americana PNAS, e confrontam de forma coerente os que duvidam da existência de uma monarquia poderosa em Jerusalém durante o século 10 a.C. Segundo esses pesquisadores, como Israel Finkelstein [arqueólogo ateu, figura sempre presente nas páginas da Superinteressante e da Galileu], da Universidade de Tel Aviv, tanto a região de Jerusalém como a área de Edom, onde as minas foram encontradas, eram habitadas por aldeões e pastores nómadas nessa época. O surgimento de reinos politicamente bem organizados e capazes de empreendimentos de larga escala só teria sido possível 200 anos mais tarde.Levy discorda. "O que nós mostramos de forma definitiva é a produção de metal em larga escala e a presença de sociedades complexas, que podemos chamar de reino ou Estado arcaico, nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. em Edom. Trabalhos anteriores afirmavam que o que a Bíblia dizia a este respeito era um mito. Os nossos dados mostram definitivamente que a história de Edom no começo da Idade do Ferro precisa ser investigada usando métodos científicos", declarou o arqueólogo ao G1. A região escavada por Levy e os seus colegas na Jordânia é uma suspeita antiga de ter abrigado as famosas minas salomónicas. Nos anos 1940, o arqueólogo americano Nelson Glueck já defendia esta ideia. No entanto, foi só com as escavações em larga escala no sítio de Khirbat en-Nahas (em árabe, "as ruínas de cobre"), ao sul do Mar Morto, que esta actividade ficou clarificada. Estima-se que, só em detritos da extracção do minério, existam no local entre 50 mil e 60 mil toneladas de detritos.
Numa escavação iniciada em 2006, Levy e os seus colegas conseguiram descer cerca de 6 m e montaram um quadro em alta resolução da história de Khirbat en-Nahas. A ocupação começa com uma estrutura rectangular de pedra, com protuberâncias ou "chifres". "Pode ter sido um altar", conta o arqueólogo – esses "chifres" eram usados como plataforma para besuntar o sangue dos animais sacrificados na antiga Palestina. Acima dessa estrutura, pelo menos duas grandes fases de extracção de cobre estão documentadas, com paredes de pedra que serviam como instalação industrial. Uma das formas de datar a actividade da extracção do minério é a presença de artefactos egípcios – um escaravelho e um colar – que aparentemente datam da época dos faraós Siamun e Shesonq (chamado de Sisac na Bíblia) – o século 10 a.C. Mas os pesquisadores também usaram o método do carbono 14 para estimar directamente a idade de restos de madeira usados para derreter o minério e extrair o cobre. Qual foi a conclusão? O mais provável é que a actividade industrial na área tenha começado em 950 a.C., data equivalente ao auge do reinado de Salomão, e terminado por volta do ano 840 a.C. E não é só isso: escavações numa fortaleza próxima também sugerem uma construção na era salomónica, durante o século 10 a.C. Segundo o relato bíblico, Salomão usou vastas quantidades de bronze (cuja matéria-prima, juntamente com a do estanho, era o cobre) na construção do templo de Jerusalém. Também teria continuado o domínio estabelecido por seu pai David sobre Edom e financiado uma frota de navios mercantes que saíam do litoral edomita em busca de produtos de luxo. Levy diz que os dados obtidos em Khirbat en-Nahas são compatíveis com o quadro do Antigo Testamento, mas mostra cautela. "Se as actividades lá podem ser atribuídas ao controle da produção de metal pela Monarquia Unida israelita, pelos edomitas ou por uma combinação de ambos, ou até por um outro grupo, é algo que a nossa equipa na Jordânia ainda está a investigar", realça ele. A pedido do G1, o arqueólogo Israel Finkelstein comentou o estudo na PNAS e fez duras críticas [o que se podia esperar dele?]. Para começar, Finkelstein não reconhece a região de Khirbat en-Nahas como parte do antigo reino de Edom, porque o sítio fica nas terras baixas jordanas, e não no planalto do além-Jordão."Na época em que Nahas está activa, não há um único sítio arqueológico no planalto de Edom, que só passa a ser ocupado nos séculos 8 a.C. e 7 a.C.", diz o pesquisador israelita. "Os trabalhos de minério em Nahas não tem a ver com o povoamento de Edom, mas com o do vale de Bersabéia [parte do reino israelita de Judá], que fica a oeste, ao longo das estradas pelas quais o cobre era transportado até o Mediterrâneo", afirma.Finkelstein também critica o facto de Levy e os seus pares terem usado os detritos de minério como base para a sua estratigrafia, ou seja, as camadas que ajudam a datar o sítio arqueológico, porque eles formariam estratos naturalmente "confusos" de terra. E afirma que a fortaleza estudada pelos pesquisadores também é posterior ao século 10 a.C."Aceitar literalmente a descrição bíblica do rei Salomão equivale a ignorar dois séculos de pesquisa bíblica. Embora possa existir algum fundo histórico nesse material, grande parte dele reflecte a ideologia e a teologia da época em que saiu da tradição oral e foi escrito, por volta dos séculos 8 a.C. e 7 a.C. Os dados de Nahas são importantes, mas não vejo ligação entre eles e o material bíblico sobre Salomão", arremata Finkelstein. [Não vê ou não quer ver?]Levy preferiu não responder directamente às críticas do israelita, embora um artigo anterior da sua lavra aponte que, ao contrário do que diz Finkelstein, há ligação cultural entre os habitantes das terras baixas e os edomitas do planalto. "Suponho que, toda a vez que há uma interface entre textos sagrados e dados arqueológicos, é natural que o debate se torne emocional", afirma.
Numa escavação iniciada em 2006, Levy e os seus colegas conseguiram descer cerca de 6 m e montaram um quadro em alta resolução da história de Khirbat en-Nahas. A ocupação começa com uma estrutura rectangular de pedra, com protuberâncias ou "chifres". "Pode ter sido um altar", conta o arqueólogo – esses "chifres" eram usados como plataforma para besuntar o sangue dos animais sacrificados na antiga Palestina. Acima dessa estrutura, pelo menos duas grandes fases de extracção de cobre estão documentadas, com paredes de pedra que serviam como instalação industrial. Uma das formas de datar a actividade da extracção do minério é a presença de artefactos egípcios – um escaravelho e um colar – que aparentemente datam da época dos faraós Siamun e Shesonq (chamado de Sisac na Bíblia) – o século 10 a.C. Mas os pesquisadores também usaram o método do carbono 14 para estimar directamente a idade de restos de madeira usados para derreter o minério e extrair o cobre. Qual foi a conclusão? O mais provável é que a actividade industrial na área tenha começado em 950 a.C., data equivalente ao auge do reinado de Salomão, e terminado por volta do ano 840 a.C. E não é só isso: escavações numa fortaleza próxima também sugerem uma construção na era salomónica, durante o século 10 a.C. Segundo o relato bíblico, Salomão usou vastas quantidades de bronze (cuja matéria-prima, juntamente com a do estanho, era o cobre) na construção do templo de Jerusalém. Também teria continuado o domínio estabelecido por seu pai David sobre Edom e financiado uma frota de navios mercantes que saíam do litoral edomita em busca de produtos de luxo. Levy diz que os dados obtidos em Khirbat en-Nahas são compatíveis com o quadro do Antigo Testamento, mas mostra cautela. "Se as actividades lá podem ser atribuídas ao controle da produção de metal pela Monarquia Unida israelita, pelos edomitas ou por uma combinação de ambos, ou até por um outro grupo, é algo que a nossa equipa na Jordânia ainda está a investigar", realça ele. A pedido do G1, o arqueólogo Israel Finkelstein comentou o estudo na PNAS e fez duras críticas [o que se podia esperar dele?]. Para começar, Finkelstein não reconhece a região de Khirbat en-Nahas como parte do antigo reino de Edom, porque o sítio fica nas terras baixas jordanas, e não no planalto do além-Jordão."Na época em que Nahas está activa, não há um único sítio arqueológico no planalto de Edom, que só passa a ser ocupado nos séculos 8 a.C. e 7 a.C.", diz o pesquisador israelita. "Os trabalhos de minério em Nahas não tem a ver com o povoamento de Edom, mas com o do vale de Bersabéia [parte do reino israelita de Judá], que fica a oeste, ao longo das estradas pelas quais o cobre era transportado até o Mediterrâneo", afirma.Finkelstein também critica o facto de Levy e os seus pares terem usado os detritos de minério como base para a sua estratigrafia, ou seja, as camadas que ajudam a datar o sítio arqueológico, porque eles formariam estratos naturalmente "confusos" de terra. E afirma que a fortaleza estudada pelos pesquisadores também é posterior ao século 10 a.C."Aceitar literalmente a descrição bíblica do rei Salomão equivale a ignorar dois séculos de pesquisa bíblica. Embora possa existir algum fundo histórico nesse material, grande parte dele reflecte a ideologia e a teologia da época em que saiu da tradição oral e foi escrito, por volta dos séculos 8 a.C. e 7 a.C. Os dados de Nahas são importantes, mas não vejo ligação entre eles e o material bíblico sobre Salomão", arremata Finkelstein. [Não vê ou não quer ver?]Levy preferiu não responder directamente às críticas do israelita, embora um artigo anterior da sua lavra aponte que, ao contrário do que diz Finkelstein, há ligação cultural entre os habitantes das terras baixas e os edomitas do planalto. "Suponho que, toda a vez que há uma interface entre textos sagrados e dados arqueológicos, é natural que o debate se torne emocional", afirma.
O LIVRO DE ESTER





O Livro de Ester é um dos livros históricos do Antigo Testamento da Bíblia. Possui 10 capítulos. Conta a história da rainha Ester.
O título deriva do nome do seu principal personagem. Os judeus chamam-lhe de Meghil-láth És-tér, ou simplesmente o Meghil-láh, que significa "rolo", "rolo escrito", porque constitui para eles um rolo muito estimado.
Uma forte evidência da autenticidade do livro é a Festividade de Purim, ou de Sortes, comemorada pelos judeus até ao dia de hoje; no seu aniversário, o livro inteiro é lido nas sinagogas. Diz-se que uma inscrição cuneiforme, evidentemente de Borsipa, menciona um oficial persa de nome Mardukâ (Mardoqueu), que estava em Susa (Susã) no fim do reinado de Dario I ou no começo do reinado de Xerxes I. — Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft (Revista de Ciência do Velho Testamento), 1940/41, Vol. 58, pp. 243, 244; 1942/43, Vol. 59, p. 219.
O Livro de Ester está de pleno acordo com o restante das Escrituras e complementa os relatos de Esdras e de Neemias por contar o que aconteceu no exílio do povo de Deus na Pérsia.
O autor. Desconhece-se quem escreveu este livro. Pela preocupação do autor relativamente ao bem estar do povo judeu no momento de crise nacional leva-nos a crer que é alguém da raça. O facto de que o autor identifica Mardoqueu como um benjamita (cap. 2:5) pode sugerir que o mesmo fora da tribo de Benjamim. Por outro lado, é evidente que é alguém muito relacionado com a corte persa, pelo menos ao nível dum funcionário subalterno, ou eventualmente alguém que tinha acesso directo a essa informação por alguém desta nacionalidade.
É possível que o autor tenha sido Esdras, que presidiu uma expedição a Jerusalém no ano 7 de Artaxerxes I (457 A.C.). Esdras era uma autoridade, um conhecedor da lei judaica (ver Esdras 7:1-14), e pode ter sido um empregado da realeza, talvez conselheiro legal do rei . É evidente que Artaxerxes o tinha como pessoa de toda a confiança fossem quais fossem as circunstancias (ver Esdras 7:25-28). A crise provocada por Aman deve ter ocorrido no ano 474/473 A. C., 16 ou 17 anos antes da viagem deste para Jerusalém. Por estes motivos, é razoável pensar que Esdras estava suficientem
O título deriva do nome do seu principal personagem. Os judeus chamam-lhe de Meghil-láth És-tér, ou simplesmente o Meghil-láh, que significa "rolo", "rolo escrito", porque constitui para eles um rolo muito estimado.
Uma forte evidência da autenticidade do livro é a Festividade de Purim, ou de Sortes, comemorada pelos judeus até ao dia de hoje; no seu aniversário, o livro inteiro é lido nas sinagogas. Diz-se que uma inscrição cuneiforme, evidentemente de Borsipa, menciona um oficial persa de nome Mardukâ (Mardoqueu), que estava em Susa (Susã) no fim do reinado de Dario I ou no começo do reinado de Xerxes I. — Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft (Revista de Ciência do Velho Testamento), 1940/41, Vol. 58, pp. 243, 244; 1942/43, Vol. 59, p. 219.
O Livro de Ester está de pleno acordo com o restante das Escrituras e complementa os relatos de Esdras e de Neemias por contar o que aconteceu no exílio do povo de Deus na Pérsia.
O autor. Desconhece-se quem escreveu este livro. Pela preocupação do autor relativamente ao bem estar do povo judeu no momento de crise nacional leva-nos a crer que é alguém da raça. O facto de que o autor identifica Mardoqueu como um benjamita (cap. 2:5) pode sugerir que o mesmo fora da tribo de Benjamim. Por outro lado, é evidente que é alguém muito relacionado com a corte persa, pelo menos ao nível dum funcionário subalterno, ou eventualmente alguém que tinha acesso directo a essa informação por alguém desta nacionalidade.
É possível que o autor tenha sido Esdras, que presidiu uma expedição a Jerusalém no ano 7 de Artaxerxes I (457 A.C.). Esdras era uma autoridade, um conhecedor da lei judaica (ver Esdras 7:1-14), e pode ter sido um empregado da realeza, talvez conselheiro legal do rei . É evidente que Artaxerxes o tinha como pessoa de toda a confiança fossem quais fossem as circunstancias (ver Esdras 7:25-28). A crise provocada por Aman deve ter ocorrido no ano 474/473 A. C., 16 ou 17 anos antes da viagem deste para Jerusalém. Por estes motivos, é razoável pensar que Esdras estava suficientem
DESCOBERTA DAS LÂMPADAS DAS DEZ VIRGENS
A arqueologia em Israel contribui para a compreensão dos laços entre o passado e o presente do país, revelando milhares de anos de história em cerca de 3.500 sítios. Muitos dos achados reflectem a longa conexão do povo judeu com a Terra de Israel, como os estábulos do Rei Salomão em Meguido (Vale de Jezreel), as casas do período israelita na Cidade de David (Jerusalém), os banhos rituais em Massada, numerosas sinagogas e os pergaminhos do Mar Morto, que contêm a
mais antiga cópia existente do Livro de Isaías em escrita hebraica, ainda legível.
As escavações revelaram também vestígios de outras civilizações que deixaram a sua marca no país através dos séculos. Todos os achados são catalogados, e os sítios históricos são cuidadosamente preservados e identificados, para o benefício de pesquisadores e visitantes.
Um dos objectos mais encontrados são as lâmpadas apresentdas em Mateus 25: A Parábola das Dez Virgens. As lâmpadas não serviam exclusivamente para iluminar as casas mas também ajudar as pessoas nos percursos entre casas familiares e como diz a parábola como um símbolo de quem "espera" ou assinala a sua presença.
OS TÚMULOS DA FAMÍLIA DE NOÉ
(Génesis 7:7) – Noé entrou na arca, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos, por causa das águas do dilúvio.
(Génesis 7:8) – Dos animais limpos e dos animais que não são limpos, e das aves, e de todo o réptil sobre a terra,
(Génesis 7:9) – Entraram de dois em dois para junto de Noé na arca, macho e fêmea, como Deus ordenara a Noé.
(Génesis 7:10) – E aconteceu que passados sete dias, vieram sobre a terra as águas do dilúvio.
(Génesis 7:11) – No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,
(Génesis 7:12) – E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.
(Génesis 7:13) – E no mesmo dia entraram na arca Noé, seus filhos Sem, Cão e Jafé, sua mulher e as mulheres de seus filhos.
(Génesis 8:4) – E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezassete do mês, sobre os montes de Ararate.
(Génesis 9:18) – E os filhos de Noé, que da arca saíram, foram Sem, Cão e Jafé; e Cão é o pai de Canaã.
(Génesis 9:19) – Estes três foram os filhos de Noé; e destes se povoou toda a terra.
(Génesis 9:18) – E os filhos de Noé, que da arca saíram, foram Sem, Cão e Jafé; e Cão é o pai de Canaã.
(Génesis 9:19) – Estes três foram os filhos de Noé; e destes se povoou toda a terra.

Aparentemente esta imagem - não está absolutamente provado que o seja - é um fóssil. Encontra-se no lugar onde a Arca de Noé se fixou, será a ARCA? Ninguém por enquanto pode responder com exactidão. Em todo o caso, tem a forma de um enorme barco.

MONTE ARARATE - VISTO DA CIDADE DA DE EREVAN, ARMÉNIA.

MONTE ARARATE

DESCOBERTAS NO LAGO QARE
No dia 28 de Junho partimos para o Lago Qare, no Monte Aragats na Arménia, juntamente com um guia profissional. Uma excelente estrada leva até ao Lago, onde se localiza o Instituto de Física da Arménia, onde se estuda os raios cósmicos. Depois de uma série de atrasos, chegamos ao Lago Qare e descobrimos que havia muito mais neve e lama do que suponhamos.
Ao chegarmos ao estacionamento existente numa das extremidades do lago, o nosso guia perguntou-nos, para onde queríamos ir. Apontei-lhe a encosta da montanha mais próxima do estacionamento, onde achei que poderíamos encontrar algumas inscrições. Em vez de seguir um caminho que parecia ser o mais curto, seguimos outro que rodeava o lago.

Quando atingimos o ponto extremos, divisei uma grande rocha com cerca de 1,2 por 1,8m. ao aproximar-me notei a figura de uma grande serpente esculpida na parte superiora da rocha. Reconheci que estava a descobrir algo muito importante, pois nos alfabetos antigos a serpente simboliza a letra N (do Semítico nahash, “serpente”). Também é a primeira letra do nome do Noé bíblico. O restante da inscrição pode ser decifrado como “daqui a pomba bateu asas saindo da arca”.
A identificação da primeira rocha com a inscrição motivou-me a procurar noutras ares. Encontrei mais rochas com inscrições num raio de oito metros a partir da primeira.
Quatro dentre elas são representativas da cabeça de vários membros da família de Noé – Sem, Cão e Jafé. Os homens têm os seus nomes inscritos (a leitura é feita da direita para a esquerda), porém os nomes das suas esposas são simplesmente mencionados como “mulher (ashat) de”.
Uma dessas rochas gravadas foi importante para a determinação da natureza do grande monte existente no outro lado do lago. Essa rocha estava posicionada horizontalmente, com cerca de dois terços acima do caminho, para demarcar o pico. A efígie de um homem é mostrada no lado direito do pico, tendo a seu lado inscritas duas palavras: Noach, ou seja, Noé, e qeber, isto é, túmulos.

A identificação da primeira rocha com a inscrição motivou-me a procurar noutras ares. Encontrei mais rochas com inscrições num raio de oito metros a partir da primeira.
Quatro dentre elas são representativas da cabeça de vários membros da família de Noé – Sem, Cão e Jafé. Os homens têm os seus nomes inscritos (a leitura é feita da direita para a esquerda), porém os nomes das suas esposas são simplesmente mencionados como “mulher (ashat) de”.
Uma dessas rochas gravadas foi importante para a determinação da natureza do grande monte existente no outro lado do lago. Essa rocha estava posicionada horizontalmente, com cerca de dois terços acima do caminho, para demarcar o pico. A efígie de um homem é mostrada no lado direito do pico, tendo a seu lado inscritas duas palavras: Noach, ou seja, Noé, e qeber, isto é, túmulos.

LEITURA DAS INSCRIÇÕES
Observei, pela primeira vez, a inscrição aqui usada no outro lado da fronteira, ao visitar a formação Durupinar, perto de Dougbayazir, na Turquia. Foi uma verdadeira surpresa descobrir um par de breves inscrições alfabéticas, pois eu tinha imaginado que qualquer escrita que fosse encontrada nessa área próxima do local em que pousou a Arca de Noé, teria de ser cuneiforme. Porém, aqui estava uma escrita alfabética relacionada com o proto-sinaítico, o mais antigo alfabeto da humanidade, conhecido originalmente nas minas de turquesa do Sinai, em meados do segundo milénio a.C, e descoberto mais recentemente no início do segundo milénio antes de Cristo no Egipto. Aqui estava a forma mais antiga desse alfabeto semítico encontrado na Turquia oriental e agora Arménia.
Aquela rocha com a inscrição das duas palavras (Noach qeber; ou túmulo de Noé), parece ser um modelo ou um indicador do monte funerário de Noé, que se encontra no lado oposto do lago, no plano visual da rocha gravada. Infelizmente essa interpretação não me ocorreu a não ser algum tempo depois no meu retorno a casa.
Uma rocha maior com inscrições, localizada mais próxima à beira do lago, mostra uma cena mais ampla que pode ser decifrada. No canto direito inferior está Noé com a sua mão levantada, mostrando estar a soltar um pássaro. A pomba (yonah) está por cima dele, à direita, enquanto o corvo (oreb) está no outro lado, em cima. No canto esquerdo inferior, oposto a Noé, é mostrada a arca repousando no Monte Ararat. Existem inscrições pouco perceptíveis em cada uma das figuras. Essa cena implica que a montanha sobra a qual a arca pousou era essa, e não outra a 48 km ao sul.
Após caminharmos um pouco mais de uma hora, desabou uma tempestade e tivemos de nos retirar prematuramente do local. Não obstante, fomos capazes de conseguir mais do que esperávamos.

Observei, pela primeira vez, a inscrição aqui usada no outro lado da fronteira, ao visitar a formação Durupinar, perto de Dougbayazir, na Turquia. Foi uma verdadeira surpresa descobrir um par de breves inscrições alfabéticas, pois eu tinha imaginado que qualquer escrita que fosse encontrada nessa área próxima do local em que pousou a Arca de Noé, teria de ser cuneiforme. Porém, aqui estava uma escrita alfabética relacionada com o proto-sinaítico, o mais antigo alfabeto da humanidade, conhecido originalmente nas minas de turquesa do Sinai, em meados do segundo milénio a.C, e descoberto mais recentemente no início do segundo milénio antes de Cristo no Egipto. Aqui estava a forma mais antiga desse alfabeto semítico encontrado na Turquia oriental e agora Arménia.
Aquela rocha com a inscrição das duas palavras (Noach qeber; ou túmulo de Noé), parece ser um modelo ou um indicador do monte funerário de Noé, que se encontra no lado oposto do lago, no plano visual da rocha gravada. Infelizmente essa interpretação não me ocorreu a não ser algum tempo depois no meu retorno a casa.
Uma rocha maior com inscrições, localizada mais próxima à beira do lago, mostra uma cena mais ampla que pode ser decifrada. No canto direito inferior está Noé com a sua mão levantada, mostrando estar a soltar um pássaro. A pomba (yonah) está por cima dele, à direita, enquanto o corvo (oreb) está no outro lado, em cima. No canto esquerdo inferior, oposto a Noé, é mostrada a arca repousando no Monte Ararat. Existem inscrições pouco perceptíveis em cada uma das figuras. Essa cena implica que a montanha sobra a qual a arca pousou era essa, e não outra a 48 km ao sul.
Após caminharmos um pouco mais de uma hora, desabou uma tempestade e tivemos de nos retirar prematuramente do local. Não obstante, fomos capazes de conseguir mais do que esperávamos.

O TÚMULO DE SEM
Para meu grande desapontamento, não conseguimos voltar ao Monte Aragatz para mais explorações. No entanto, abriu-se outro horizonte de pesquisa. Fomos a Sisian, a 3 quilómetros de Zorats Qater, um grande sítio de megalíticos, conhecido como o Stonehenge da Arménia. Embora as colunas de pedra em Zorats Qarer não sejam tão altas como as de Stonehenge, na Inglaterra, são em maior número e espalhadas cobrindo uma área muito maior Algum Antropólogo ou Arqueólogo arménio numero a maioria das pedras com tinha branca. A numeração mais alta que vi foi de 180, se bem que possa haver um número maior ainda. Elas espalham-se por uma zona de mais de 400 metros em fileiras distintas.
Passamos mais de duas horas a fotografar cerca de 60 dessas colunas. Muitas delas têm curtas inscrições em baixo ou alto-relevo, com vários graus de legibilidade devido à acção das intempéries ou do crescimento de líquenes. As inscrições legíveis utilizavam o mesmo alfabeto antigo que vimos no Monte Aragatz.
Na ausência de melhor explicação, a interpretação arménia usual desse campo é que ele pode representar antigas referências astronómicas semelhantes aos de Stonehenge. Porém, Zoratz Qarer é bastante distinta de Stonehenge, especialmente porque no seu centro se encontra um túmulo. A pergunta importante, então, é quem está sepultado no túmulo? As inscrições desgastadas pelo tempo provêem a resposta. Numerosas delas referem-se ao túmulo de Sem e da sua mulher. Uma das inscrições mais legíveis pode ser vista num dos referenciais. A palavra qeber está inscrita no lado esquerdo da estela, e o nome de Sem está gravado com as suas três letras curtas e sumples no lado direito, e novamente com letras menores na parte central inferior. Outros nomes masculinos da família de Noé também se encontram aqui, porém sem associação com a palavra que significa “sepultura”.

Para meu grande desapontamento, não conseguimos voltar ao Monte Aragatz para mais explorações. No entanto, abriu-se outro horizonte de pesquisa. Fomos a Sisian, a 3 quilómetros de Zorats Qater, um grande sítio de megalíticos, conhecido como o Stonehenge da Arménia. Embora as colunas de pedra em Zorats Qarer não sejam tão altas como as de Stonehenge, na Inglaterra, são em maior número e espalhadas cobrindo uma área muito maior Algum Antropólogo ou Arqueólogo arménio numero a maioria das pedras com tinha branca. A numeração mais alta que vi foi de 180, se bem que possa haver um número maior ainda. Elas espalham-se por uma zona de mais de 400 metros em fileiras distintas.
Passamos mais de duas horas a fotografar cerca de 60 dessas colunas. Muitas delas têm curtas inscrições em baixo ou alto-relevo, com vários graus de legibilidade devido à acção das intempéries ou do crescimento de líquenes. As inscrições legíveis utilizavam o mesmo alfabeto antigo que vimos no Monte Aragatz.
Na ausência de melhor explicação, a interpretação arménia usual desse campo é que ele pode representar antigas referências astronómicas semelhantes aos de Stonehenge. Porém, Zoratz Qarer é bastante distinta de Stonehenge, especialmente porque no seu centro se encontra um túmulo. A pergunta importante, então, é quem está sepultado no túmulo? As inscrições desgastadas pelo tempo provêem a resposta. Numerosas delas referem-se ao túmulo de Sem e da sua mulher. Uma das inscrições mais legíveis pode ser vista num dos referenciais. A palavra qeber está inscrita no lado esquerdo da estela, e o nome de Sem está gravado com as suas três letras curtas e sumples no lado direito, e novamente com letras menores na parte central inferior. Outros nomes masculinos da família de Noé também se encontram aqui, porém sem associação com a palavra que significa “sepultura”.

O TÚMULO DE CÃO, SEM E JAFÉ
Com o nosso espírito consideravelmente impressionado pelas descobertas em Zorast Qarer, fizemos outra excursão a um grande vale, a três horas de distancia ao sul de Sisiian. É um vale profundo e descemos por uma estrada cheia de curvas. Chegámos ao Mosteiro Tatev. Fiquei surpreendido ao descobrir mais inscrições referentes a Noé, em três grandes blocos de rocha no pátio do mosteiro. Os monges construtores do mosteiro (por volta do ano 1.000 a.D) preservaram cuidadosamente a parte posterior desses blocos, ao fazerem as suas próprias inscrições na parte da frente dos blocos. No verso desses três blocos podem ler-se os nomes de Sem, ao centro, de Cão, à direita, e de Jafé, à esquerda.
CAFARNAUM A CIDADE DE JESUS E O BARCO DE PEDRO
"E, deixando Nazaré, foi [Jesus] habitar em Cafarnaum, cidade marítima, junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galileia das nações" (Mt 4:13,15)"E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos;porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram,teria ela permanecido até hoje." (Mt 11:23)
Escavações realizadas em Cafarnaum revelaram a existência de uma antiga sinagoga central, segundo grandes pesquisadores, a mesma na qual Jesus ensinava diante de "uma multidão surpresa" (Marcos 1:21,22). Ao lado, foto da velha sinagoga branca de Cafarnaum, onde Jesus ensinou e orou durante boa parte do seu ministério de dois anos ao longo do Mar de Galileia.



Vista aérea do conjunto de escavações arqueológicas realizadas na área da antiga Cidade de Cafarnaum.

Actualmente, um memorial foi construído sobre o que restou da Casa de Pedro, como forma de proteger o remanescente do primeiro século do processo depredatório gerado pela enorme visita turística.

Interior do Memorial, recinto de orações e reflexões, em cujo centro foi assentado um piso de vidro transparente que permite aos visitantes contemplarem as ruínas sem entrar em contacto físico com as mesmas.
Em Janeiro, 1986, Moshe e o seu irmão Yuval contemplavam o Mar de Galileia e notaram uma sombra estranha amoldada no chão do lago.
O Mar estava perigosamente baixo, devido a uma seca severa, e esta era a primeira vez que Moshe e Yuval – ambos, modernos pescadores diários – puderam ver o fundo do mar, tão claramente.
O que o Moshe e Yuval viram era a forma de um barco, cujo significado arqueológico só seria confirmado na década seguinte.

Escavações realizadas em Cafarnaum revelaram a existência de uma antiga sinagoga central, segundo grandes pesquisadores, a mesma na qual Jesus ensinava diante de "uma multidão surpresa" (Marcos 1:21,22). Ao lado, foto da velha sinagoga branca de Cafarnaum, onde Jesus ensinou e orou durante boa parte do seu ministério de dois anos ao longo do Mar de Galileia.


Vista aérea do conjunto de escavações arqueológicas realizadas na área da antiga Cidade de Cafarnaum.

Actualmente, um memorial foi construído sobre o que restou da Casa de Pedro, como forma de proteger o remanescente do primeiro século do processo depredatório gerado pela enorme visita turística.

Interior do Memorial, recinto de orações e reflexões, em cujo centro foi assentado um piso de vidro transparente que permite aos visitantes contemplarem as ruínas sem entrar em contacto físico com as mesmas.
Em Janeiro, 1986, Moshe e o seu irmão Yuval contemplavam o Mar de Galileia e notaram uma sombra estranha amoldada no chão do lago.
O Mar estava perigosamente baixo, devido a uma seca severa, e esta era a primeira vez que Moshe e Yuval – ambos, modernos pescadores diários – puderam ver o fundo do mar, tão claramente.
O que o Moshe e Yuval viram era a forma de um barco, cujo significado arqueológico só seria confirmado na década seguinte.

O governo israelita emitiu uma ordem especial para, "baixar o nível do Mar da Galileia para preservar o barco do primeiro século que foi achado no fundo do mar. Porém, em lugar de fazer assim, um dique foi construído para bombear água para fora da área; desse modo, a equipa de escavações trabalhou cuidadosamente para preservar a arte do primeiro século. Hoje, o barco pode ser visto num museu especialmente construído no Kibbutz Ginossar, no Mar de Galileia.
Realmente, este é um sítio arqueológico privilegiado, pois a Casa de Pedro era localizada entre o Mar da Galileia e a Sinagoga de Cafarnaum, esta edificada pelo centurião da Cidade e onde Jesus ensinou (cf. Lucas 7.1-5; Mc 1.21). Nesse lugar, Jesus curou a sogra de Pedro (Mc 1:29-34), curou um paralítico que foi baixado pelo telhado da casa (Mc 2:1-4), e orou pelas multidões que incessantemente o buscavam. (Mt. 12:46-50).
NOVAS DESCOBERTAS "TIAGO" IRMÃO DE JESUS

John Noble Wilford The New York Times.
Uma inscrição - com 2.000 anos -na pedra de um sepulcro recentemente encontrado perto de Jerusalém. Tem a seguinte frase: "Tiago, filho de José, irmão de Jesus".
Este pode ser o artefacto mais antigo já encontrado relacionado à existência de Jesus, concluiu um estudioso francês na análise da inscrição que será publicada na Biblical Archaeology Review.
Se a inscrição for autêntica e se referir a Jesus de Nazaré, será o documento mais antigo conhecido de Jesus fora da Bíblia. A Revista, que anunciou a descoberta, está a promover como a "descoberta arqueológica mais antiga para corroborar as referências bíblicas a Jesus".
Outros estudiosos estão a reagir com muita cautela, considerando o achado arqueológico importante e intrigante. Dizem, no entanto, que será praticamente impossível confirmar um elo definitivo entre a inscrição e qualquer uma das figuras centrais do cristianismo.
ARQUEOLOGIA CIDADE DE JERUSALÉM
A Cidade de Jerusalém está inserida entre as mais antigas do mundo. Aqui, camada sob camada e séculos após séculos, acumulam-se evidências significativas de alguns dos mais importantes factos da História da Humanidade.
Essa razão tem incitado a curiosidade de cientistas e de pesquisadores de todas as partes do planeta, especialmente Arqueólogos.

Essa razão tem incitado a curiosidade de cientistas e de pesquisadores de todas as partes do planeta, especialmente Arqueólogos.
O Parque Arqueológico de David. Estende-se por um cume a sudoeste da Cidade Velha. Com as fontes de Guichon a seus pés, encontram-se vestígios significativos de fortificações cananitas e israelitas, uma estrutura de 16 metros de altura, do séc. X a. C., possivelmente construída pelo Rei David e habitações dos judeus do séc. VIII e VII a.C.

O jardim arqueológico de Ofel. No extremo sudoeste do Monte do Templo, estão 2.500 anos de história em 25 camadas de estruturas de 25 governantes. A escadaria centenária centenária, o portão de Hulda - por onde os fiéis penetravam no segundo Templo - e ruínas de palácios reais da época dos mulçumanos séc. VII e.C., são algumas das preciosidades que aí se encontram.
A Casa Queimada - (na realidade, uma cave que era usada como oficina de uma casa destruída pelos romanos no ano 70a. C.), testemunha do fim da antiga Jerusalém judia.
MAPAS DE ISRAEL

O Rei David conquistou Jerusalém e tornou-a capital do seu reino e o centro religioso do povo Judeu em 1003 a.C. Cerca de 40 anos mais tarde, o seu filho Salomão construiu o Templo (centro religioso e nacional do povo de Israel) e transformou a cidade em próspera capital de um Império que se estendia do Eufrates até o Egipto
Mapa Mosaico de Madaba (565 d.C)
O mapa urbano mais antigo que há conheciemento sobre Israel. Foi feito com mais de dois milhões de pequenos azulejos de pedra de diferentes cores. Foi encontrado em estilo de mosaico numa Igreja Bizantina na cidade de Madab, hoje território da Jordãnia. O mapa representa a Terra Santa, desde o Líbano, ao Norte, até ao Egito no Sul. A Cidade de Jerusalém é apresentada na metade do seu tamanho original.
O mapa urbano mais antigo que há conheciemento sobre Israel. Foi feito com mais de dois milhões de pequenos azulejos de pedra de diferentes cores. Foi encontrado em estilo de mosaico numa Igreja Bizantina na cidade de Madab, hoje território da Jordãnia. O mapa representa a Terra Santa, desde o Líbano, ao Norte, até ao Egito no Sul. A Cidade de Jerusalém é apresentada na metade do seu tamanho original.
Mapa de Abraham Bar-Jacob na Hagadá de Amsterdão (1695)
No passado, os mapas geográficos hebreus eram bastante raros, porém todos mostravam a Terra de Israel como uma porção "separada". Neste, Abraham Bar-Jacob, convertido ao Judaismo, desenhou a Terra Santa a partir do mapa de Christian Adrichom (1588), incluindo elementos como o percurso do Êxodo do Egipto para Canaã; e a designação dos territórios das doze tribos de Israel.
No passado, os mapas geográficos hebreus eram bastante raros, porém todos mostravam a Terra de Israel como uma porção "separada". Neste, Abraham Bar-Jacob, convertido ao Judaismo, desenhou a Terra Santa a partir do mapa de Christian Adrichom (1588), incluindo elementos como o percurso do Êxodo do Egipto para Canaã; e a designação dos territórios das doze tribos de Israel.
Mapa Pictórico da Terra de Israel, (1875) Esta ilustração (uma segunda edição em hebraico e alemão), representa um grupo original de mapas. Cinco tiras longitudinais mostram cinco regiões, desde o Líbano, ao Norte, até Gaza, Hebrón e "Sodoma" no sul, vista em perspectiva de Oeste para Este. A base de impressão é invulgar, sobre um painel de algodão, a Cidade de Jerusalém foi desenhada no centro do mapa pelo Rabino Haim Salomón Pinta.
A ESCRITURA BÍBLICA
O INÍCIO DA ESCRITA
A primeira língua a ser escrita, tudo indica, terá sido o Sumério que utilizava imagens como sinais para representar palavras. O acádio (forma primitiva da língua assíria e babilónica), a mais antiga das línguas semíticas, terá sido o evoluir da escrita. Diferia da lingua suméria, mas os sinais foram aproveitados para redigir as sílabas do acádio.
Outras línguas semíticas, como as escritas na Síria e na Palestina, foram também escritas em caractéres cuneiformes. Foi também o caso dos dialectos indo-europeus falados pelos Hititas (actual Turquia) e também uma outra língua, falada na Pérsia. Em Babilónia, a escritura cuneiforme foi utilizada até ao 1º século antes de Cristo.
ALFABETO
Até à formação do alfabeto, os escribas tinham o monopólio da escrita. Quando o alfabeto tomou uma forma mais ou menos consistente, a escrita começou a espalhar-se entre os povos. A Arqueologia faz emergir conhecimentos sobre a sua a história da escrita, no entanto, aspectos existem, ainda um pouco cinzentos.
Até à formação do alfabeto, os escribas tinham o monopólio da escrita. Quando o alfabeto tomou uma forma mais ou menos consistente, a escrita começou a espalhar-se entre os povos. A Arqueologia faz emergir conhecimentos sobre a sua a história da escrita, no entanto, aspectos existem, ainda um pouco cinzentos.
Um escriba cananeu ter-se-á dado conta que era possível escrever uma língua sem necessitar de usar todos os sinais dos Egipcios ou dos Babilónicos. Ele estudou a língua da sua região e desenhou um sinal para cada consoante.
CANETA DO ANO 2.000 a.C
GREGO ANTIGO.
BÍBLIA HEBRAICA: Em Targum
Lápide egípcia - menciona o nome de uma família sepultada neste lugar.
Tela egípcia.
O PRIMEIRO DICIONÁRIO
A PEDRA ROSETA - MUSEU BRITÂNICO
Considerado o mais importante "achado" pelo facto de estar escrita em várias línguas. Na verdade, ela permite qual Dicionário interpretar não só a caligrafia egípcia, mas persa, hebraica e grega.
EGIPTÓLOGOS: Especialista em egiptologia, decifrando por comparação com outras escritas, os caracteres inscritos nesta parece.
Cilindro de Ciro II - Museu Britânico (Londres).
O Cilindro de Ciro II da Pérsia é feito de argila, e regista um importante decreto do rei persa. A conquista de Babilónia, de um modo rápido e sem batalha pelo Império Medo-Persa, descrita em Daniel 5:30-31, é confirmada no relato do Cilindro de Ciro.
O Cilindro de Ciro II da Pérsia é feito de argila, e regista um importante decreto do rei persa. A conquista de Babilónia, de um modo rápido e sem batalha pelo Império Medo-Persa, descrita em Daniel 5:30-31, é confirmada no relato do Cilindro de Ciro.

Fragmentos bíblicos - Biblioteca de Jerusalém.
Jahannes Gensfleisch GUTENBERG - Impressor alemão (Mogúncia, entre 1394 -1468). Estabeleceu-se em Estrasburgo em 1434. Por volta de 1440, descobriu a tipografia (ou composição por caracteres móveis). De volta a Mogúncia em 1448, associou-se a J. Fust e imprimiu a célebre Bíblia de quarenta e duas linhas.


O INÍCIO DA HISTÓRIA
INTRODUÇÃO:

O estandarte de Ur A «Cara da Guerra». Descoberto por Leonard Woolley nos anos 20, encontra-se actualmente no Museu Britânico de Londres.
O RESTAURADO TEMPLO FORTIFICADO DE UR, NO SUL DO IRAQUE.
ASHURNASIRPAL II
FUNDADADOR DA GRANDE BIBLIOTÉCA

Colecção de Livros dessa famosa Biblioteca. Outrora escritos em tabuínas de argila, hoje, podem ser consultados em Hebraico e outras línguas.
Enquanto que o livro do Génesis, o primeiro livro da Bíblia, principia com a história da Criação e as vidas de personagens intrigantes, como Adão e Eva, Caim e Abel, Henoch e Noé. A descendência imediata do judaísmo e do cristianismo começa no capítulo onze, com o que parece ser ums simples anotação sobre um obscuro clã da Mesopotâmia: "Esta é a descendência de Tera" Génesis 11:27.
Cerca de dois mil anos antes do nascimento de Cristo, um homem chamado Abraão, atende à chamada de Deus, muda-se com a sua família da próspera região onde nasceu (Ur, no Iraque) e parte em direcção à margem oriental do mar Mediterrâneo.


Este quadro improvisado, representa um jogo de 20 quadrados, usado possivlmente por soldados, de facto é uma cópia do "Real Jogo de Ur". Encontrado em escavações na Mesopotâmia.
O CRESCENTE FÉRTIL
O CRESCENTE FÉRTIL
A terra natal de Abraão ficava situada na parte norte da região conhecida como o Crescente Fértil. Devido ao seu clima ameno, favorável a muitas formas de agricultura, esta área foi um dos primeiros berços da civilização e o comércio e as viagens foram muitas vezes possíveis de efectuar por toda a região desde os tempos mais remotos. As primeiras cidades de que há conhecimento no Mundo prosperavam aqui por volta do ano 4.000 antes de Cristo. Quando Abraão nesceu, provavelmente por volta de 2.00 a. C., esta zona já tinha assistido à ascenção e queda de uma série de civilizações antigas. As viagens de Abraão levaram-no por uma grande parte destas terras civilizadas, mas não até às regiões desérticas, pouco conhecidas e remotas.
ARQUEOLOGIA: A CIÊNCIA QUE CONFIRMA O RELATO BÍBLICOA arqueologia bíblica é uma ciência que faz parte da arqueologia especializada nos estudos dos restos e de materiais relacionados directa ou indirectamente com os relatos bíblicos e com a história das religiões judaico-cristãs. A região mais estudada pela arqueologia bíblica, na perspectiva Ocidental, é a denominada Terra Santa, localizada no Médio Oriente.
As técnicas científicas empregues são as mesmas da arqueologia em geral, com escavações e datação radiométrica, entre outras.
A historicidade e autenticidade dos registos bíblicos foram alvo de controvérsia por parte de estudiosos críticos. Este cepticismo em relação à fiabilidade das Escrituras iniciou-se no Século XIX. Esta alta crítica acabou por incentivar pesquisas arqueológicas mais extensas e intensas por parte de muitos historiadores e arqueólogos. O principal objectivo da ciência arqueológica não é provar ou desacreditar a Bíblia. Deve dizer-se em abono da verdade que as descobertas, têm silenciado a alta crítica, hoje, as Sagradas Escrituras, são vistas por estes cientistas como um documento com base de fiabilidade indesmentível.
As técnicas científicas empregues são as mesmas da arqueologia em geral, com escavações e datação radiométrica, entre outras.
A historicidade e autenticidade dos registos bíblicos foram alvo de controvérsia por parte de estudiosos críticos. Este cepticismo em relação à fiabilidade das Escrituras iniciou-se no Século XIX. Esta alta crítica acabou por incentivar pesquisas arqueológicas mais extensas e intensas por parte de muitos historiadores e arqueólogos. O principal objectivo da ciência arqueológica não é provar ou desacreditar a Bíblia. Deve dizer-se em abono da verdade que as descobertas, têm silenciado a alta crítica, hoje, as Sagradas Escrituras, são vistas por estes cientistas como um documento com base de fiabilidade indesmentível.

O estandarte de Ur A «Cara da Guerra». Descoberto por Leonard Woolley nos anos 20, encontra-se actualmente no Museu Britânico de Londres.
O RESTAURADO TEMPLO FORTIFICADO DE UR, NO SUL DO IRAQUE.

A maioria dos eruditos acredita que a cidade de Ur era o loca escavado entre 1922 e 1934 a cerca de trezentos e setenta quilómetros a sudoeste de Bagdade. Ur foi um importante centro de comérciona Idade do Bronze, com grandes casas, uma vasta biblioteca, avenidas bem delineadas e um templo fortificado, ou zigurate (foto). De especial interesse para os eruditos bíblicos são as muitas variações do nome de Abrão encontradas em tabuinhas de barro, que remontam a um ou dois séculos após a sua morte.
ASHURNASIRPAL II

FUNDADADOR DA GRANDE BIBLIOTÉCA

Colecção de Livros dessa famosa Biblioteca. Outrora escritos em tabuínas de argila, hoje, podem ser consultados em Hebraico e outras línguas.
ente familiarizado com os detalhes do relato para o ter escrito.
































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