cidade da familia de jesus
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
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JESUS
| Jesus Jesus (8-4? a.C. – 29-36? d.C , também chamado de Jesus de Nazaré, é a figura central do cristianismo. Para a maioria dos cristãos Jesus é Cristo, a encarnação de Deus e o "Filho de Deus", que teria sido enviado ao mundo para salvar a humanidade. Acreditam que foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos (Mas muitos estudiosos acreditam que depois de morto, Jesus foi ao paraíso, pois foi o que Ele disse em Lucas 23: 43 e ressuscitou no terceiro dia (na Páscoa). Para os adeptos do islamismo, Jesus é conhecido no idioma árabe como Isa (????, transl. Isa), Ibn Maryam ("Jesus, filho de Maria"). Os muçulmanos tratam-no como um grande profeta e aguardam seu retorno antes do Juízo Final. Alguns segmentos do judaísmo o consideram um profeta, outros um apóstata. Os quatro evangelhos canónicos são a principal fonte de informação sobre Jesus. Embora tenha pregado apenas em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judeia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte, ajudando a delinear o rumo da civilização ocidental. |
| Fontes textuais A principal fonte sobre Jesus são os quatro evangelhos canónicos, a que se somam outras fontes cristãs, como os evangelhos apócrifos, e um número escasso de fontes não-cristãs. Estas fontes providenciam poucas informações sobre o Jesus histórico. Três dos evangelhos canónicos (Mateus, Marcos e Lucas) são conhecidos como sinópticos devido às suas semelhanças. Embora Mateus apareça em primeiro lugar no Novo testamento, acredita-se actualmente que Marcos foi o primeiro a ser escrito. Enquanto que Mateus dirige-se a uma audiência judaica, e Lucas aos gentios, ambos parecem ter usado Marcos como fonte, possivelmente numa versão inicial. João, por seu lado, "é uma produção independente, apresentando os dizeres de Jesus Cristo na forma de discursos que difere do que contam os outros três". |
Os livros apócrifos têm um valor histórico direto muito ténue ou quase nulo (dada a sua composição tardia, os mais antigos datam de meados do século II, são mais úteis na reconstrução do ambiente religioso dos séculos seguintes , eles fazem uso de fábulas legendárias em grande partes de suas narrativas.
Os tipos de livros apócrifos são variados: Os evangelhos apócrifos (como o Evangelho do Pseudo-Tomé e o Evangelho do Pseudo-Mateus) que contém milagres abundantes e gratuitos que muitas vezes chega a se
parecer com a literatura fantástica, em nítido contraste com a sobriedade dos quatro evangelhos canônicos. Jesus aparece como uma criança prodígio, por vezes caprichoso e vingativo; Entre os evangelhos apócrifos contam-se os gnósticos (incluindo o Evangelho de Felipe e Evangelho de Tomé), que contêm revelações privadas e interpretações inéditas sobre o "logos", e transforma Jesus como um ser divino aprisionado em carne e osso, que precisa deixar este mundo, a fim de alcançar salvação ; Os evangelhos apócrifos da paixão (por exemplo, o Evangelho de Pedro e o Evangelho de Nicodemos) não acrescentam muito às descrições de morte de Jesus dos Evangelhos canônicos, mas têm a característica distintiva de retirar a culpa de Pôncio Pilatos e coloca-las sobre os chefes e autoridades religiosas judias.
Vaticano uma biografia não autorizada
Nenhuma história diz tanto sobre os últimos 2 000 anos deste planeta quanto a da Igreja. Pelos corredores do Vaticano passaram reis, guerras, o melhor da arte e até alguns santos
Era 11 de fevereiro de 1929 e faltava meia hora para o meio-dia quando um Cadillac preto estacionou na frente do Palácio de Latrão, em Roma. As portas do carro se abriram e o homem mais temido da Itália saiu. Era Benito Mussolini, chefe do regime fascista que governava o país. Dentro do palácio – o quartel-general da Cúria Romana, rosto administrativo da Igreja Católica – o papa Pio 11 e seus funcionários mais gabaritados receberam o ditador com apertos de mão. A conversa teve início e Mussolini logo exibiu suas cartas: queria que a Igreja reconhecesse oficialmente o regime – era uma tentativa de neutralizar o adversário Partido Popular. A Igreja também foi clara ao falar de seus objetivos. Pediu o que havia perdido, no século 19, durante o processo de unificação italiana: um Estado soberano. Por volta da 1 da tarde, Mussolini assinou o Tratado de Latrão, que conferia ao papa um território independente dentro de Roma. Em troca, a Igreja reconhecia como legítimo o governo controlado pelo duce.
A rigor, foi nesse dia de inverno, na soturna companhia de um dos mais violentos tiranos do século 20, que nasceu o Estado do Vaticano como ele é hoje: o menor país independente do mundo e a última monarquia absolutista da Europa. Mas o encontro em Latrão foi resultado de uma história muito mais longa, que se enraíza 2 000 anos no passado – desde um tempo em que o papa era apenas o bispo de Roma, uma entre muitas lideranças de uma seita perseguida. Em seu auge, pontífices se declaravam os “senhores do mundo” e desencadeavam guerras com um sinal-da-cruz. Hoje, o papado é a mais longeva organização internacional da história. De onde veio, e onde foi parar, tanto poder? Para desvendar essa história é preciso retornar às origens do cristianismo, quando Roma virou centro de uma seita judaica nascida nas areias do Oriente Médio.
No início, o cristianismo era uma seita de judeus para judeus. Tanto é verdade que, após a crucificação de Cristo, os apóstolos se mantiveram pregando em Jerusalém. A idéia de que Jesus era o tão aguardado Messias, porém, não pegou entre os judeus. Pelo contrário: os apóstolos foram tão hostilizados que se viram obrigados a se espalhar pelo Oriente Médio e pregar para novos ouvidos. Foi assim que o Messias passou a ser descrito como redentor de todos os homens e de todas as raças. O discurso colou. Comunidades chamadas igrejas – do latim ecclesia, assembléia – pipocaram em cidades da Ásia, África e Europa. E logo chegaram ao centro político de então – a tradição católica assegura que Pedro viajou a Roma por volta do ano 42. A vida na capital não era fácil: os cristãos eram perseguidos por se recusar a adorar deuses romanos. O próprio Pedro foi preso e levado ao Circo de Nero, uma arena usada para corridas de carruagens e execuções de traidores construída num terreno pantanoso nos subúrbios de Roma. A região era conhecida como Vaticanus, provável derivação de Vaticus, antiga aldeia etrusca que existia lá. Nesse lugar misterioso e algo sinistro, Pedro foi crucificado e enterrado. Mas, precavido que era, ele já havia escolhido um sucessor, Lino, romano convertido ao cristianismo sobre o qual quase nada se sabe além do nome. E assim a autoridade de Pedro foi transmitida, como continuaria sendo de geração em geração e de bispo em bispo, até chegar a Bento 16, o 2670 herdeiro de são Pedro – ou 2650, como prefere a Igreja, que riscou de sua lista Estêvão, que morreu apenas 3 dias após ser eleito, e Cristóvão, que tomou o poder à força.
Está aí, em resumo, a tese do “primado de Roma”, segundo a qual os bispos romanos são os representante legítimos de Jesus. Mas os fatos que sustentam esse dogma nunca foram unanimidade. Não há provas da passagem de Pedro por Roma. A Bíblia nada diz a respeito – lendas sobre sua viagem e martírio foram coletadas por volta de 312 d.C., na obra de um propagandista da Igreja, Eusébio de Cesaréia. Comprovar essa tradição sempre foi questão de honra para os papas. Na década de 1930, por exemplo, escavações financiadas pelo Vaticano encontraram um antigo túmulo sob o altar da Basílica de São Pedro – que, de acordo com a tradição, foi erguida sobre a sepultura do apóstolo. Junto aos ossos, os arqueólogos acharam símbolos cristãos, como peixes e cruzes. A descoberta não convenceu todos os especialistas. “Havia cemitérios no Vaticano muito antes de Cristo. O túmulo na basílica talvez nem seja cristão – os romanos pagãos costumavam usar símbolos de todas as religiões”, diz o historiador André Chevitarese, da UFRJ, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto.
Como a maioria de seus companheiros, Chevitarese também duvida que Pedro fosse um líder absoluto. “O cristianismo antigo não tinha hierarquia rígida. Havia bispos independentes, com opiniões diversas sobre doutrina e fé.” Essa fase “democrática” chegou ao fim em 312, quando o imperador Constantino se converteu – e a religião perseguida passou a ser a favorita do Estado. Foi a partir daí que a Igreja se tornou hierárquica. Doações feitas pelos imperadores a enriqueceram – a instituição do celibato foi feita nessa época, para impedir que a fortuna evaporasse entre herdeiros. A proximidade do poder logo subiu à cabeça do bispo romano – que, até então, não era mais nem menos respeitado que líderes de outras comunidades. No final do século 4, os bispos de Roma adotaram o título de papa, “pai”, em grego, sinal de que se consideravam chefes dos outros. Uma espécie de réplica espiritual do imperador.
Para entender o sentido do documento, temos de voltar no tempo. Ao longo do século 5, a parte ocidental do Império Romano foi invadida e devastada por tribos bárbaras. Em 476, Roma foi conquistada. Na confusão da guerra, o papado foi a única instituição organizada que sobreviveu – o papa Leão Magno entrou para o rol dos gênios da diplomacia por ter liderado o Vaticano nessa transição. Quando o rebuliço acabou, a Igreja era dona do mais poderoso dos monopólios: o conhecimento. Religiosos cristãos eram os únicos europeus letrados no início da Idade Média. Fornecendo conselheiros e legisladores para os reinos nascentes, a Igreja ganhou influência sobre os soberanos bárbaros, que começaram a se converter em 508 – o primeiro foi Clóvis, rei dos francos, que mandou batizar seus exércitos com tonéis de água benta.
O autor da Doação de Constantino provavelmente pertencia a uma classe especial de clérigos eruditos: as equipes de falsários que, entre os séculos 6 e 9, trabalhavam nos escritórios papais alterando e inventando documentos para fortalecer a posição dos bispos romanos. A Doação era uma mistura de testemunho e testamento, supostamente assinado pelo imperador Constantino em 315. O texto conta como o imperador foi milagrosamente curado da lepra graças às preces do papa Silvestre. Em troca, transformou os papas em seus herdeiros legais: “A eles deixo a coroa imperial e o governo de todas as regiões do Ocidente, de agora para sempre”.
Ao longo da Idade Média, a Doação foi aceita como documento verídico e invocada por nada menos que 10 papas para reivindicar poderes políticos. Muitos historiadores acreditam que a fraude foi usada pela primeira vez em 754. Nesse ano, Estêvão 20 viajou para encontrar Pepino, rei dos francos. Estêvão procurava ajuda para transformar Roma e as terras vizinhas em território da Igreja – nos dois séculos anteriores, a capital da cristandade havia sido saqueada e dominada por hérulos, godos, bizantinos e lombardos. Pepino, que havia tomado o trono à força, tentava legitimar seu poder. “A Doação foi apresentada pessoalmente por Estêvão a Pepino. O rei franco aceitou o documento como prova da autoridade dos papas – na sociedade iletrada da época, registros escritos despertavam respeito”, escreve o historiador americano Norman Cantor em The Civilization of the Middle Ages (“A Civilização da Idade Média”, sem tradução em português). Pode parecer estranho, mas os invasores tinham uma admiração supersticiosa por seu antigo inimigo, o Império Romano. Os reis bárbaros sonhavam em igualar os antigos imperadores – e Constantino era um dos mais famosos. Depois de ter a coroa consagrada por Estêvão, Pepino partiu para a Itália. Expulsou os lombardos, que dominavam o país na época, e converteu um pedaço da Itália central em território independente, da Igreja. O coração do novo reino era a cidade de Roma e a área vizinha, que hoje forma o Vaticano. Todos os habitantes dessas regiões viraram súditos dos papas, passaram a lhes pagar impostos, a ser julgados e governados por eles. Assim nasceu o Estado Pontifício, que durou até 1870 (veja quadro à pág 64).
O adversário seguinte dos papas surgiria na forma de um ex-aliado. Na época, a segurança do Estado Pontifício era mantida por tropas do Sacro Império Romano – fundado por Carlos Magno, filho de Pepino. Em troca da proteção, os imperadores exerciam uma pesada influência sobre a Igreja. Na prática, o líder da cristandade era um pau-mandado. Em 1073, surgiu um papa disposto a virar o jogo. Baixinho e de voz aguda, Gregório 70 tinha um temperamento tinhoso, que lhe rendeu o apelido de Santo Satanás. Em um decreto famoso, determinou que os pontífices não só tinham o direito de legitimar soberanos como também podiam depô-los. E declarou que o papa não era só o líder da Igreja mas o “senhor do mundo”. Isso enfureceu Henrique 40, soberano do Sacro Império Romano. Sem pestanejar, Gregório o excomungou. “A excomunhão era uma ferramenta poderosa. O excomungado ficava proibido de ir à missa e receber sacramentos – num tempo em que a religião estava entranhada na vida cotidiana, essa punição era terrivelmente pesada”, diz a historiadora Andréia Frazão, especialista em Igreja medieval. No inverno de 1077, Henrique foi pedir perdão às portas do castelo de Canossa, na Itália, onde o papa se hospedava. O Santo Satanás o obrigou a esperar 3 dias na rua, debaixo de neve, antes de absolvê-lo.
Com o implacável Gregório, o papado passou da defensiva para o ataque. Se antes precisava de proteção, agora se impunha com ameaças de excomunhão. Hoje, os papas se declaram apenas pastores espirituais. Naquela época, eram soberanos políticos com sonhos de hegemonia, dispostos a conquistar o mundo pela cruz e pela espada. A maior prova de poder e ambição veio em 1095, quando Urbano 20 ordenou que os reis cristãos marchassem contra o Oriente Médio para “libertar” Jerusalém, governada por muçulmanos desde o século 7. Cerca de 25 000 peregrinos e guerreiros cristãos começaram a escrever uma das páginas mais brutais da história: as Cruzadas. Durante a tomada de Jerusalém, em 1099, quase todos os judeus e muçulmanos da cidade foram massacrados. Nos 200 anos seguintes, mais 8 cruzadas marchariam sobre a Terra Santa.
Um século depois de Gregório, em 1198, subiu ao trono Inocêncio 30 – o papa mais poderoso da história. Agora o papado era uma potência militar, capaz de contratar os próprios exércitos, e também uma instituição milionária. Camponeses e artesãos europeus eram obrigados a rechear os cofres da Igreja com um décimo de suas rendas anuais, o “dízimo eclesiástico”. A opulência papal era tanta que começou a atrair ódio. Na época de Inocêncio, ganhou força no sul da França uma seita conhecida como catarismo que negava a autoridade do papa e o chamava de filho do demônio. Inocêncio respondeu com fúria ao desafio. Em 1209, convocou uma guerra santa contra a “seita maldita”: aldeias foram queimadas, multidões chacinadas. Para aniquilar o que sobrou do catarismo, Gregório 90, sucessor de Inocêncio, criou em 1233 a Santa Inquisição, tribunal de clérigos com o poder de acusar, julgar e condenar inimigos da Igreja. Com o tempo, o Santo Ofício se espalhou por outros países e passou a perseguir e queimar não só cátaros, mas todos que discordassem dos dogmas católicos – judeus, cientistas, gays. As sociedades cristãs se tornaram perseguidoras e teocráticas. Por outro lado, a estabilidade alcançada na marra alavancou o desenvolvimento que transformaria a Europa na maior potência mundial. Cronistas descrevem o mais terrível e bem-sucedido dos papas como um sujeito afável que gostava de contar piadas. Mas também fiel a sua passagem favorita da Bíblia, em que Deus diz a Jeremias: “Eu vos alcei por cima das nações e dos reinos para vencer e dominar, para destruir e conquistar”.
A influência mundial esmorecia, mas os papas ainda eram príncipes ricos e poderosos em seu território. E, aos poucos, a boa vida afrouxou os costumes da Igreja. O celibato passou a ser um detalhe esquecível e Roma mergulhou numa luxuriosa dolce vita. A carreira eclesiástica virou ímã para oportunistas interessados na fortuna da Igreja. Exemplo máximo foi Rodrigo Borgia (ou Alexandre 60), eleito papa em 1492 graças à pesada propina distribuída aos eleitores – pesada mesmo: eram 4 mulas carregadas de ouro. Bonitão e sedutor, Alexandre tinha duas amantes oficiais, deu festas de arromba no Palácio Apostólico e gerou 7 filhos conhecidos, alguns presenteados com rentáveis cargos eclesiásticos.
Apesar da má fama, os papas da Renascença souberam usar sua riqueza para deixar um legado cultural exuberante. Construíram bibliotecas, ergueram monumentos e transformaram a cidade em um tesouro para os olhos. O maioral entre os papas da arte foi Júlio 20, que subiu ao poder em 1503. Pai de 3 filhas, em vez de rezar missas de batina ele preferia comandar exércitos, vestido em sua armadura de prata. Nos intervalos entre batalhas, o papa guerreiro patrocinou alguns dos maiores gênios da época, como os pintores Michelangelo e Rafael. Com a proteção e os salários pagos pelo Vaticano, eles realizaram obras-primas como as incríveis pinturas no teto da capela Sistina, de Michelangelo.
Foi justamente a admirável extravagância de Júlio que detonou a pior crise na história da Igreja. Em 1505, o papa começou a reconstrução da Basílica de São Pedro, no Vaticano, que estava em ruínas. Para financiar as obras, autorizou todas as igrejas da Europa a vender “indulgências” – documentos que davam absolvição total dos pecados em troca de dinheiro. Isso enfureceu o monge alemão Martinho Lutero, que em 1517 publicou 95 teses denunciando a corrupção da Igreja. Começava a Reforma Protestante. Pouco depois, cristãos da Alemanha, da Holanda e da Europa Central já renegavam a autoridade do papa e a supremacia de Roma. O continente mergulhou em dois séculos de guerras religiosas.
Em 1870, um movimento nacionalista unificou a colcha de retalhos que era a Itália e transformou as terras papais em propriedades do novo Estado. No início do século 20, o sucessor de Pedro estava pobre e reduzido a uma nulidade política. Os palácios do Vaticano caíam aos pedaços, com esgotos entupidos e ratos. Foi nesse aperto que Pio 11 assinou o controverso Tratado de Latrão, que incluía não apenas um território soberano mas também uma doação de cerca de US$ 90 milhões – o suficiente para tirar as contas do vermelho. Foi uma bela virada. Hoje, o Vaticano divulga lucros anuais de mais de US$ 200 milhões, incluindo doações de dioceses e investimentos em empresas européias.
O pacto com Mussolini foi terrível para a imagem do Vaticano. No fim da vida, Pio 11 repensou suas alianças e escreveu uma encíclica condenando o anti-semitismo – na época, Hitler já tinha dado a largada para o Holocausto. Diz a história que faltavam dois dias para a publicação do texto quando ele morreu, em 1939. Numa decisão desastrosa, o sucessor, Pio 12, arquivou a encíclica redentora: ele via no regime nazista um incômodo necessário na luta contra a maior das ameaças, o comunismo. “Mesmo após o início da 2a Guerra Mundial, Pio 12, um papa eloqüente, que fazia milhares de discursos sobre todos os assuntos possíveis, jamais denunciou os crimes nazistas. Adolf Hitler, que se dizia católico, nunca foi excomungado”, escreve o teólogo alemão Hans Kung em Igreja Católica.
Em 1958, a morte de Pio 12 deu início a um dos conclaves mais agitados do século 20. Para impedir a eleição de um conservador, cardeais progressistas votaram em peso em Angelo Roncalli (ou João 23), que quase com 80 anos parecia inofensivo. Nem bem subiu ao poder, o velhinho bonachão surpreendeu até os liberais ao convocar o Concílio Ecumênico Vaticano 20 – o objetivo, nas palavras do próprio João, era “atualizar” a Igreja. Concílios – ou seja, assembléias universais de bispos – ocorriam desde o início do cristianismo e eram um resquício de sua democracia primordial. Mas, desde a Idade Média, as decisões eram controladas ou censuradas pelo tacape do papa de plantão e seus funcionários mais próximos. A proposta radical de João 23 era afrouxar a hierarquia e dar mais poder de decisão aos bispos reunidos.
O concílio trouxe mudanças antes impensáveis. Entre outras coisas, reconheceu o direito de cada indivíduo escolher a própria religião – o que abriu canais de diálogo com outras crenças. A liturgia foi reformada e as missas passaram a ser rezadas nas línguas locais, e não em latim. Mas João morreu de câncer em 1963, deixando o concílio pela metade. Seu sucessor, Paulo 60, permitiu-se dominar pela ala conservadora e barrou a mais importante de todas as propostas: uma revisão do “primado de Roma”, a tese que sustenta a autoridade suprema dos papas. “Houve tristeza e indignação entre os bispos reunidos. Mas ninguém protestou em público”, escreve Kung, um dos teólogos progressistas que participaram do concílio – e também um indignado tardio, que só tornou pública sua revolta a partir de 1970, quando passou a publicar livros criticando a doutrina absolutista do Vaticano.
A luta pela alma da Igreja Católica continua. João Paulo 20, que sempre foi um carismático e popular conservador, não mexeu em doutrinas controversas, como a condenação dos anticoncepcionais. As perspectivas para uma futura reforma do papado são nebulosas. Por volta de 2001, Hans Kung e outros teólogos liberais fizeram lobby por um Concílio Vaticano 30 – mas a idéia foi barrada pela Congregação para a Doutrina da Fé, novo nome para um velho órgão: a Inquisição. Hoje, claro, ela não queima ninguém, mas ainda tem o poder de travar mudanças nos dogmas e censurar teólogos moderninhos, como fez com o brasileiro Leonardo Boff, proibido de falar em público após criticar a postura centralizadora da Igreja. Na época em que o novo concílio foi recusado, o cabeça do Santo Ofício era um certo cardeal alemão, conhecido como intelectual brilhante. Amigo de Kung nos anos 60, ele simpatizava com a ala progressista. Mas mudou de idéia. Afastou-se do antigo companheiro e se tornou porta-estandarte da facção conservadora. Hoje, anda ao lado de cardeais como Giacomo Biffi, que durante o sermão da Quaresma deste ano na Santa Sé afirmou que a vinda do anticristo se aproxima – e que o enviado do Diabo estará disfarçado de “ecologista, pacifista ou ecumenista”. O nome desse cardeal alemão, você já deve ter adivinhado. É Joseph Ratzinger.
Quem colocou ordem na casa foi Gregório 7º. Em 1073, ele determinou que os papas deveriam ser eleitos exclusivamente pelos cardeais. Logo um novo problema surgiu: intrigas e debates faziam a escolha demorar meses. Em 1268, após a morte de Clemente 4º, as reuniões se estenderam por 3 anos. Furiosos com a demora, os habitantes da cidade de Viterbo – onde estavam reunidos os clérigos – trancafiaram o grupo de eleitores dentro de um palácio e os deixaram a pão e água até que chegassem a um acordo.
O papa seguinte, Gregório 10, tratou de prevenir futuras trapalhadas estabelecendo regulamentos rígidos. A eleição, que antes era pública, se tornou secreta. Manteve-se o costume de trancar os cardeais até o fim das votações – daí o nome conclave, do latim cum clavis, com chave. Desde o século 19, a votação é feita na capela Sistina – as cédulas de papel são depositadas no altar, sob as pinturas de Michelangelo. Quando um nome recebe pelo menos dois terços dos votos, está eleito o papa – e as cédulas, queimadas numa lareira do Palácio Papal, produzem aquela festejada fumacinha branca, sinal de que o catolicismo tem um novo líder.
A rigor, foi nesse dia de inverno, na soturna companhia de um dos mais violentos tiranos do século 20, que nasceu o Estado do Vaticano como ele é hoje: o menor país independente do mundo e a última monarquia absolutista da Europa. Mas o encontro em Latrão foi resultado de uma história muito mais longa, que se enraíza 2 000 anos no passado – desde um tempo em que o papa era apenas o bispo de Roma, uma entre muitas lideranças de uma seita perseguida. Em seu auge, pontífices se declaravam os “senhores do mundo” e desencadeavam guerras com um sinal-da-cruz. Hoje, o papado é a mais longeva organização internacional da história. De onde veio, e onde foi parar, tanto poder? Para desvendar essa história é preciso retornar às origens do cristianismo, quando Roma virou centro de uma seita judaica nascida nas areias do Oriente Médio.
A primeira Igreja
Certo dia, Jesus passeava pela Judéia, uma das províncias mais pobres do Império Romano – que se estendia da atual Inglaterra ao Iraque. De repente, o Messias olhou para um de seus apóstolos, o pescador Simão, também conhecido como Pedro. E disse: “Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei minha Igreja. Eu te darei as chaves do reino do céu, e o que ligares na Terra será ligado nos céus”. Para o dogma católico, essa passagem do Evangelho de São Mateus significa que Pedro foi escolhido como representante de Cristo na Terra. O primeiro papa.No início, o cristianismo era uma seita de judeus para judeus. Tanto é verdade que, após a crucificação de Cristo, os apóstolos se mantiveram pregando em Jerusalém. A idéia de que Jesus era o tão aguardado Messias, porém, não pegou entre os judeus. Pelo contrário: os apóstolos foram tão hostilizados que se viram obrigados a se espalhar pelo Oriente Médio e pregar para novos ouvidos. Foi assim que o Messias passou a ser descrito como redentor de todos os homens e de todas as raças. O discurso colou. Comunidades chamadas igrejas – do latim ecclesia, assembléia – pipocaram em cidades da Ásia, África e Europa. E logo chegaram ao centro político de então – a tradição católica assegura que Pedro viajou a Roma por volta do ano 42. A vida na capital não era fácil: os cristãos eram perseguidos por se recusar a adorar deuses romanos. O próprio Pedro foi preso e levado ao Circo de Nero, uma arena usada para corridas de carruagens e execuções de traidores construída num terreno pantanoso nos subúrbios de Roma. A região era conhecida como Vaticanus, provável derivação de Vaticus, antiga aldeia etrusca que existia lá. Nesse lugar misterioso e algo sinistro, Pedro foi crucificado e enterrado. Mas, precavido que era, ele já havia escolhido um sucessor, Lino, romano convertido ao cristianismo sobre o qual quase nada se sabe além do nome. E assim a autoridade de Pedro foi transmitida, como continuaria sendo de geração em geração e de bispo em bispo, até chegar a Bento 16, o 2670 herdeiro de são Pedro – ou 2650, como prefere a Igreja, que riscou de sua lista Estêvão, que morreu apenas 3 dias após ser eleito, e Cristóvão, que tomou o poder à força.
Está aí, em resumo, a tese do “primado de Roma”, segundo a qual os bispos romanos são os representante legítimos de Jesus. Mas os fatos que sustentam esse dogma nunca foram unanimidade. Não há provas da passagem de Pedro por Roma. A Bíblia nada diz a respeito – lendas sobre sua viagem e martírio foram coletadas por volta de 312 d.C., na obra de um propagandista da Igreja, Eusébio de Cesaréia. Comprovar essa tradição sempre foi questão de honra para os papas. Na década de 1930, por exemplo, escavações financiadas pelo Vaticano encontraram um antigo túmulo sob o altar da Basílica de São Pedro – que, de acordo com a tradição, foi erguida sobre a sepultura do apóstolo. Junto aos ossos, os arqueólogos acharam símbolos cristãos, como peixes e cruzes. A descoberta não convenceu todos os especialistas. “Havia cemitérios no Vaticano muito antes de Cristo. O túmulo na basílica talvez nem seja cristão – os romanos pagãos costumavam usar símbolos de todas as religiões”, diz o historiador André Chevitarese, da UFRJ, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto.
Como a maioria de seus companheiros, Chevitarese também duvida que Pedro fosse um líder absoluto. “O cristianismo antigo não tinha hierarquia rígida. Havia bispos independentes, com opiniões diversas sobre doutrina e fé.” Essa fase “democrática” chegou ao fim em 312, quando o imperador Constantino se converteu – e a religião perseguida passou a ser a favorita do Estado. Foi a partir daí que a Igreja se tornou hierárquica. Doações feitas pelos imperadores a enriqueceram – a instituição do celibato foi feita nessa época, para impedir que a fortuna evaporasse entre herdeiros. A proximidade do poder logo subiu à cabeça do bispo romano – que, até então, não era mais nem menos respeitado que líderes de outras comunidades. No final do século 4, os bispos de Roma adotaram o título de papa, “pai”, em grego, sinal de que se consideravam chefes dos outros. Uma espécie de réplica espiritual do imperador.
Trapaça na Idade Média
Na penumbra da sala, um homem escreve sua obra-prima. Ele usa uma pena, tinta preta e folhas de papiro ou pergaminho. Não há certeza quanto à data, algo em torno do ano 750. Um endereço provável é o Palácio de Latrão. O autor seria um certo Cristóforus, secretário do papa Estêvão 20. Certeza mesmo, só em relação à obra: é a Doação de Constantino, a fraude mais bem-sucedida da história.Para entender o sentido do documento, temos de voltar no tempo. Ao longo do século 5, a parte ocidental do Império Romano foi invadida e devastada por tribos bárbaras. Em 476, Roma foi conquistada. Na confusão da guerra, o papado foi a única instituição organizada que sobreviveu – o papa Leão Magno entrou para o rol dos gênios da diplomacia por ter liderado o Vaticano nessa transição. Quando o rebuliço acabou, a Igreja era dona do mais poderoso dos monopólios: o conhecimento. Religiosos cristãos eram os únicos europeus letrados no início da Idade Média. Fornecendo conselheiros e legisladores para os reinos nascentes, a Igreja ganhou influência sobre os soberanos bárbaros, que começaram a se converter em 508 – o primeiro foi Clóvis, rei dos francos, que mandou batizar seus exércitos com tonéis de água benta.
O autor da Doação de Constantino provavelmente pertencia a uma classe especial de clérigos eruditos: as equipes de falsários que, entre os séculos 6 e 9, trabalhavam nos escritórios papais alterando e inventando documentos para fortalecer a posição dos bispos romanos. A Doação era uma mistura de testemunho e testamento, supostamente assinado pelo imperador Constantino em 315. O texto conta como o imperador foi milagrosamente curado da lepra graças às preces do papa Silvestre. Em troca, transformou os papas em seus herdeiros legais: “A eles deixo a coroa imperial e o governo de todas as regiões do Ocidente, de agora para sempre”.
Ao longo da Idade Média, a Doação foi aceita como documento verídico e invocada por nada menos que 10 papas para reivindicar poderes políticos. Muitos historiadores acreditam que a fraude foi usada pela primeira vez em 754. Nesse ano, Estêvão 20 viajou para encontrar Pepino, rei dos francos. Estêvão procurava ajuda para transformar Roma e as terras vizinhas em território da Igreja – nos dois séculos anteriores, a capital da cristandade havia sido saqueada e dominada por hérulos, godos, bizantinos e lombardos. Pepino, que havia tomado o trono à força, tentava legitimar seu poder. “A Doação foi apresentada pessoalmente por Estêvão a Pepino. O rei franco aceitou o documento como prova da autoridade dos papas – na sociedade iletrada da época, registros escritos despertavam respeito”, escreve o historiador americano Norman Cantor em The Civilization of the Middle Ages (“A Civilização da Idade Média”, sem tradução em português). Pode parecer estranho, mas os invasores tinham uma admiração supersticiosa por seu antigo inimigo, o Império Romano. Os reis bárbaros sonhavam em igualar os antigos imperadores – e Constantino era um dos mais famosos. Depois de ter a coroa consagrada por Estêvão, Pepino partiu para a Itália. Expulsou os lombardos, que dominavam o país na época, e converteu um pedaço da Itália central em território independente, da Igreja. O coração do novo reino era a cidade de Roma e a área vizinha, que hoje forma o Vaticano. Todos os habitantes dessas regiões viraram súditos dos papas, passaram a lhes pagar impostos, a ser julgados e governados por eles. Assim nasceu o Estado Pontifício, que durou até 1870 (veja quadro à pág 64).
Donos do mundo
Na virada do ano 1000, a Europa estava de joelhos. Pela espada dos reis católicos e pelas viagens de missionários, o cristianismo tinha unificado o caleidoscópio cultural do Ocidente numa grande nação espiritual. Na Ásia, porém, a autoridade do papa não era reconhecida. O patriarca de Constantinopla, atual Istambul, considerava-se tão importante quanto seu colega italiano. E ainda havia discordâncias em certos aspectos da liturgia romana, como o celibato e a missa em latim. A rixa explodiu em 1054, quando o papa Leão 90 e o patriarca Cerulário excomungaram um ao outro e romperam relações. Os orientais formaram a Igreja Ortodoxa, enquanto a Igreja Romana se declarou a única, eterna e católica – do grego katholikos, “universal”.O adversário seguinte dos papas surgiria na forma de um ex-aliado. Na época, a segurança do Estado Pontifício era mantida por tropas do Sacro Império Romano – fundado por Carlos Magno, filho de Pepino. Em troca da proteção, os imperadores exerciam uma pesada influência sobre a Igreja. Na prática, o líder da cristandade era um pau-mandado. Em 1073, surgiu um papa disposto a virar o jogo. Baixinho e de voz aguda, Gregório 70 tinha um temperamento tinhoso, que lhe rendeu o apelido de Santo Satanás. Em um decreto famoso, determinou que os pontífices não só tinham o direito de legitimar soberanos como também podiam depô-los. E declarou que o papa não era só o líder da Igreja mas o “senhor do mundo”. Isso enfureceu Henrique 40, soberano do Sacro Império Romano. Sem pestanejar, Gregório o excomungou. “A excomunhão era uma ferramenta poderosa. O excomungado ficava proibido de ir à missa e receber sacramentos – num tempo em que a religião estava entranhada na vida cotidiana, essa punição era terrivelmente pesada”, diz a historiadora Andréia Frazão, especialista em Igreja medieval. No inverno de 1077, Henrique foi pedir perdão às portas do castelo de Canossa, na Itália, onde o papa se hospedava. O Santo Satanás o obrigou a esperar 3 dias na rua, debaixo de neve, antes de absolvê-lo.
Com o implacável Gregório, o papado passou da defensiva para o ataque. Se antes precisava de proteção, agora se impunha com ameaças de excomunhão. Hoje, os papas se declaram apenas pastores espirituais. Naquela época, eram soberanos políticos com sonhos de hegemonia, dispostos a conquistar o mundo pela cruz e pela espada. A maior prova de poder e ambição veio em 1095, quando Urbano 20 ordenou que os reis cristãos marchassem contra o Oriente Médio para “libertar” Jerusalém, governada por muçulmanos desde o século 7. Cerca de 25 000 peregrinos e guerreiros cristãos começaram a escrever uma das páginas mais brutais da história: as Cruzadas. Durante a tomada de Jerusalém, em 1099, quase todos os judeus e muçulmanos da cidade foram massacrados. Nos 200 anos seguintes, mais 8 cruzadas marchariam sobre a Terra Santa.
Um século depois de Gregório, em 1198, subiu ao trono Inocêncio 30 – o papa mais poderoso da história. Agora o papado era uma potência militar, capaz de contratar os próprios exércitos, e também uma instituição milionária. Camponeses e artesãos europeus eram obrigados a rechear os cofres da Igreja com um décimo de suas rendas anuais, o “dízimo eclesiástico”. A opulência papal era tanta que começou a atrair ódio. Na época de Inocêncio, ganhou força no sul da França uma seita conhecida como catarismo que negava a autoridade do papa e o chamava de filho do demônio. Inocêncio respondeu com fúria ao desafio. Em 1209, convocou uma guerra santa contra a “seita maldita”: aldeias foram queimadas, multidões chacinadas. Para aniquilar o que sobrou do catarismo, Gregório 90, sucessor de Inocêncio, criou em 1233 a Santa Inquisição, tribunal de clérigos com o poder de acusar, julgar e condenar inimigos da Igreja. Com o tempo, o Santo Ofício se espalhou por outros países e passou a perseguir e queimar não só cátaros, mas todos que discordassem dos dogmas católicos – judeus, cientistas, gays. As sociedades cristãs se tornaram perseguidoras e teocráticas. Por outro lado, a estabilidade alcançada na marra alavancou o desenvolvimento que transformaria a Europa na maior potência mundial. Cronistas descrevem o mais terrível e bem-sucedido dos papas como um sujeito afável que gostava de contar piadas. Mas também fiel a sua passagem favorita da Bíblia, em que Deus diz a Jeremias: “Eu vos alcei por cima das nações e dos reinos para vencer e dominar, para destruir e conquistar”.
Decadência com elegância
Entre os séculos 13 e 15, o sonho da hegemonia implodiu. As Cruzadas acabaram em fiasco: em 1292, os europeus foram definitivamente expulsos pelos sultões islâmicos. Dentro da Europa, os delírios absolutistas do Vaticano revoltaram até o clero. Foi Lorenzo Valla, um sacerdote, que desmascarou a Doação de Constantino, em 1440. Valla provou que o documento estava cheio de erros históricos – de acordo com os biógrafos antigos, Constantino nunca sofreu de lepra. O prestígio espiritual da Santa Sé foi estremecido – as excomunhões perderam a eficácia e os reis começaram a peitar os papas. Enquanto isso, a educação deixava de ser privilégio do clero, universidades pipocavam pela Europa, a ciência e a arte vicejavam: era o Renascimento.A influência mundial esmorecia, mas os papas ainda eram príncipes ricos e poderosos em seu território. E, aos poucos, a boa vida afrouxou os costumes da Igreja. O celibato passou a ser um detalhe esquecível e Roma mergulhou numa luxuriosa dolce vita. A carreira eclesiástica virou ímã para oportunistas interessados na fortuna da Igreja. Exemplo máximo foi Rodrigo Borgia (ou Alexandre 60), eleito papa em 1492 graças à pesada propina distribuída aos eleitores – pesada mesmo: eram 4 mulas carregadas de ouro. Bonitão e sedutor, Alexandre tinha duas amantes oficiais, deu festas de arromba no Palácio Apostólico e gerou 7 filhos conhecidos, alguns presenteados com rentáveis cargos eclesiásticos.
Apesar da má fama, os papas da Renascença souberam usar sua riqueza para deixar um legado cultural exuberante. Construíram bibliotecas, ergueram monumentos e transformaram a cidade em um tesouro para os olhos. O maioral entre os papas da arte foi Júlio 20, que subiu ao poder em 1503. Pai de 3 filhas, em vez de rezar missas de batina ele preferia comandar exércitos, vestido em sua armadura de prata. Nos intervalos entre batalhas, o papa guerreiro patrocinou alguns dos maiores gênios da época, como os pintores Michelangelo e Rafael. Com a proteção e os salários pagos pelo Vaticano, eles realizaram obras-primas como as incríveis pinturas no teto da capela Sistina, de Michelangelo.
Foi justamente a admirável extravagância de Júlio que detonou a pior crise na história da Igreja. Em 1505, o papa começou a reconstrução da Basílica de São Pedro, no Vaticano, que estava em ruínas. Para financiar as obras, autorizou todas as igrejas da Europa a vender “indulgências” – documentos que davam absolvição total dos pecados em troca de dinheiro. Isso enfureceu o monge alemão Martinho Lutero, que em 1517 publicou 95 teses denunciando a corrupção da Igreja. Começava a Reforma Protestante. Pouco depois, cristãos da Alemanha, da Holanda e da Europa Central já renegavam a autoridade do papa e a supremacia de Roma. O continente mergulhou em dois séculos de guerras religiosas.
Medo da modernidade
Mas a Igreja ainda tinha dias piores “pela frente”. No século 18, a Europa viu o florescimento do Iluminismo, movimento filosófico que colocava a razão e a ciência no centro do mundo e questionava o valor absoluto da fé e das tradições. Pensadores iluministas, como o francês Voltaire, defendiam que todos os homens nascem iguais e têm o direito de escolher a própria religião. Esse novo jeito de pensar passou dos intelectuais para as massas: em 1789, a Revolução Francesa guilhotinou privilégios (e padres) e desapropriou terras da monarquia e da Igreja. Firmava-se o divórcio litigioso entre religião e Estado no Ocidente. De patrono das artes, o papado virou inimigo do progresso, entrando numa fase de pânico apocalíptico em relação a tudo o que cheirasse a modernidade – condenava até ferrovias e iluminação a gás. No século 19, a moralidade rígida era de novo a norma do Vaticano. O papa, que antes acumulava funções de político e soldado, passou a ser visto pelos fiéis como um santo vivo, casto e distante.Em 1870, um movimento nacionalista unificou a colcha de retalhos que era a Itália e transformou as terras papais em propriedades do novo Estado. No início do século 20, o sucessor de Pedro estava pobre e reduzido a uma nulidade política. Os palácios do Vaticano caíam aos pedaços, com esgotos entupidos e ratos. Foi nesse aperto que Pio 11 assinou o controverso Tratado de Latrão, que incluía não apenas um território soberano mas também uma doação de cerca de US$ 90 milhões – o suficiente para tirar as contas do vermelho. Foi uma bela virada. Hoje, o Vaticano divulga lucros anuais de mais de US$ 200 milhões, incluindo doações de dioceses e investimentos em empresas européias.
O pacto com Mussolini foi terrível para a imagem do Vaticano. No fim da vida, Pio 11 repensou suas alianças e escreveu uma encíclica condenando o anti-semitismo – na época, Hitler já tinha dado a largada para o Holocausto. Diz a história que faltavam dois dias para a publicação do texto quando ele morreu, em 1939. Numa decisão desastrosa, o sucessor, Pio 12, arquivou a encíclica redentora: ele via no regime nazista um incômodo necessário na luta contra a maior das ameaças, o comunismo. “Mesmo após o início da 2a Guerra Mundial, Pio 12, um papa eloqüente, que fazia milhares de discursos sobre todos os assuntos possíveis, jamais denunciou os crimes nazistas. Adolf Hitler, que se dizia católico, nunca foi excomungado”, escreve o teólogo alemão Hans Kung em Igreja Católica.
Em 1958, a morte de Pio 12 deu início a um dos conclaves mais agitados do século 20. Para impedir a eleição de um conservador, cardeais progressistas votaram em peso em Angelo Roncalli (ou João 23), que quase com 80 anos parecia inofensivo. Nem bem subiu ao poder, o velhinho bonachão surpreendeu até os liberais ao convocar o Concílio Ecumênico Vaticano 20 – o objetivo, nas palavras do próprio João, era “atualizar” a Igreja. Concílios – ou seja, assembléias universais de bispos – ocorriam desde o início do cristianismo e eram um resquício de sua democracia primordial. Mas, desde a Idade Média, as decisões eram controladas ou censuradas pelo tacape do papa de plantão e seus funcionários mais próximos. A proposta radical de João 23 era afrouxar a hierarquia e dar mais poder de decisão aos bispos reunidos.
O concílio trouxe mudanças antes impensáveis. Entre outras coisas, reconheceu o direito de cada indivíduo escolher a própria religião – o que abriu canais de diálogo com outras crenças. A liturgia foi reformada e as missas passaram a ser rezadas nas línguas locais, e não em latim. Mas João morreu de câncer em 1963, deixando o concílio pela metade. Seu sucessor, Paulo 60, permitiu-se dominar pela ala conservadora e barrou a mais importante de todas as propostas: uma revisão do “primado de Roma”, a tese que sustenta a autoridade suprema dos papas. “Houve tristeza e indignação entre os bispos reunidos. Mas ninguém protestou em público”, escreve Kung, um dos teólogos progressistas que participaram do concílio – e também um indignado tardio, que só tornou pública sua revolta a partir de 1970, quando passou a publicar livros criticando a doutrina absolutista do Vaticano.
A luta pela alma da Igreja Católica continua. João Paulo 20, que sempre foi um carismático e popular conservador, não mexeu em doutrinas controversas, como a condenação dos anticoncepcionais. As perspectivas para uma futura reforma do papado são nebulosas. Por volta de 2001, Hans Kung e outros teólogos liberais fizeram lobby por um Concílio Vaticano 30 – mas a idéia foi barrada pela Congregação para a Doutrina da Fé, novo nome para um velho órgão: a Inquisição. Hoje, claro, ela não queima ninguém, mas ainda tem o poder de travar mudanças nos dogmas e censurar teólogos moderninhos, como fez com o brasileiro Leonardo Boff, proibido de falar em público após criticar a postura centralizadora da Igreja. Na época em que o novo concílio foi recusado, o cabeça do Santo Ofício era um certo cardeal alemão, conhecido como intelectual brilhante. Amigo de Kung nos anos 60, ele simpatizava com a ala progressista. Mas mudou de idéia. Afastou-se do antigo companheiro e se tornou porta-estandarte da facção conservadora. Hoje, anda ao lado de cardeais como Giacomo Biffi, que durante o sermão da Quaresma deste ano na Santa Sé afirmou que a vinda do anticristo se aproxima – e que o enviado do Diabo estará disfarçado de “ecologista, pacifista ou ecumenista”. O nome desse cardeal alemão, você já deve ter adivinhado. É Joseph Ratzinger.
Como escolher um Papa
Hoje, a escolha de um novo papa é um dos rituais mais inflexíveis da Igreja. Mas até o século 11 a coisa era um legítimo pandemônio. Na Antiguidade e no início dos tempos medievais, as eleições eram feitas por aclamação – povo e clero se reuniam e gritavam o nome do sucessor. Funcionava tão bem quanto as competições em que o auditório decide o vencedor. Em 366, por exemplo, dois homens se declararam vencedores: Ursino e Dâmaso. O impasse se resolveu no tapa. Dâmaso, depois canonizado, enviou mercenários para trucidar o rival em uma igreja. Mais tarde, o direito de votar ficou limitado a padres de Roma e bispos das cidades vizinhas. O problema é que, entre os séculos 8 e 11, o clero era controlado por aristocratas que impunham sua vontade na base de subornos e ameaças.Quem colocou ordem na casa foi Gregório 7º. Em 1073, ele determinou que os papas deveriam ser eleitos exclusivamente pelos cardeais. Logo um novo problema surgiu: intrigas e debates faziam a escolha demorar meses. Em 1268, após a morte de Clemente 4º, as reuniões se estenderam por 3 anos. Furiosos com a demora, os habitantes da cidade de Viterbo – onde estavam reunidos os clérigos – trancafiaram o grupo de eleitores dentro de um palácio e os deixaram a pão e água até que chegassem a um acordo.
O papa seguinte, Gregório 10, tratou de prevenir futuras trapalhadas estabelecendo regulamentos rígidos. A eleição, que antes era pública, se tornou secreta. Manteve-se o costume de trancar os cardeais até o fim das votações – daí o nome conclave, do latim cum clavis, com chave. Desde o século 19, a votação é feita na capela Sistina – as cédulas de papel são depositadas no altar, sob as pinturas de Michelangelo. Quando um nome recebe pelo menos dois terços dos votos, está eleito o papa – e as cédulas, queimadas numa lareira do Palácio Papal, produzem aquela festejada fumacinha branca, sinal de que o catolicismo tem um novo líder.
Estado Pontifício
756
Até o século 8, os papas tinham apenas propriedades privadas, casas, palácios, campos aráveis. Mas, em 756, o rei franco Pepino transformou as regiões da Romagna, Emilia e Ravena em território da Santa Sé. Lá, o papa era rei. O Estado Pontifício incluía cidades importantes e ricas, como Bolonha, Orvieto e Roma.
Século 16
Na Renascença, o Estado Pontifício atingiu seu tamanho máximo – o papa Júlio 2º conquistou e anexou as regiões de Ferrara, Módena e Parma. Uma inteligente política cultural e financeira transformou o Estado Pontifício em um território rico, fazendo de Roma a capital intelectual, e não só religiosa, do Ocidente.
Século 19
Após a Revolução Francesa, em 1789, os papas se tornaram governantes retrógrados. Condenavam tudo o que parecesse moderno e proibiram até a construção de ferrovias, pontes e a iluminação a gás no Estado Pontifício – que acabou virando o mais atrasado da Europa. A maior parte do reino papal acabou conquistada por Vitor Emanuel, o aristocrata que unificou a Itália. O último bastião, as terras ao redor de Roma, caiu em 1870
Alguns dos Primeiros Mártires Cristãos
Algumas fotos e desenhos de pessoas e locais.
A morte de Jesus não foi de mártir, foi morte vicária, em lugar de. Por essa razão, é diferente e única!
João 16: 33 “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições,mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”
Atos 7: 51 Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.
52 A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas;
53 Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.
54 E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele.
55 Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
56 E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
57 Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele.
58 E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
59 E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
60 E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.
Mártires:
Os mártires primitivos foram testemunhas reais da Vida de Jesus. a perseguição aos Cristãos continue no século 21, a voz do mártir do século 1 ainda é a evidência mais dramática de que a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo não foram uma conspiração inventada por um grupo de discípulos. Já que os apóstolos e muitos dos primeiros discípulos foram testemunhas oculares da vida de Jesus, a sua história não foi apenas baseada em crença religiosa, mas eventos históricos reais.
Estêvão pregava o evangelho em Jerusalém durante a Páscoa após a crucificação de Cristo. Ele foi expulso da cidade e apedrejado até à morte. Cerca de 2.000 cristãos sofreram o martírio durante este tempo (cerca de 34 dC).
Tiago, filho de Zebedeu e irmão mais velho de João, foi morto quando Herodes Agripa chegou como governador da Judeia. Muitos discípulos da antiguidade foram martirizados sob o regime de Agripa, inclusive Timão e Pármenas (cerca de 44 AD).
Filipe, um discípulo de Betsaida, na Galileia, sofreu o martírio em Heliópolis, na Frígia. Ele foi açoitado, lançado na prisão e depois crucificado (cerca de 54 AD).
Mateus, o cobrador de impostos de Nazaré que escreveu um evangelho em hebraico, estava a pregar na Etiópia quando sofreu o martírio pela espada (cerca de 60 AD).
Tiago, irmão de Jesus, administrou a igreja primitiva em Jerusalém e foi o autor de um livro da Bíblia. Com a idade de 94, ele foi espancado e apedrejado, até que finalmente teve o cérebro esmagado com um porrete.
Matias foi o apóstolo que substituiu Judas Iscariotes. Ele foi apedrejado em Jerusalém e decapitado.
André, irmão de Pedro, pregou o evangelho por toda a Ásia. Ao chegar a Edessa, foi preso e crucificado numa cruz, duas extremidades da qual foram fixadas transversalmente no chão (daí o termo, Cruz de Santo André).
Marcos converteu-se ao Cristianismo por influência de Pedro, e depois transcreveu no seu Evangelho a narrativa de Pedro sobre Jesus. Marcos foi arrastado aos pedaços pelo povo de Alexandria, diante de Serapis, ídolo dos pagãos.
Pedro foi condenado à morte e crucificado em Roma. Jerónimo afirma que Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, a seu pedido, porque ele disse que era indigno de ser crucificado da mesma maneira que o seu Senhor.
Paulo sofreu a primeira perseguição sob Nero. Devido ao impacto das conversões que resultava das suas pregações. Sofreu o martírio, foi levado a um lugar privado fora da cidade onde foi decapitado pela espada.
Judas, o irmão de Tiago, era comumente conhecido como Tadeu. Ele foi crucificado em Edessa cerca de 72 A.D.
Bartolomeu traduziu o Evangelho de Mateus na Índia. Ele foi cruelmente espancado e crucificado pelos idólatras de lá.
Tomé, chamado de o Dídimo, pregou na Pártia e na Índia. Ele foi morto por sacerdotes pagãos com uma lança que lhe atravessou o corpo.
Lucas foi o autor do Evangelho que tem seu nome. Ele viajou com Paulo através de diversos países e foi supostamente enforcado numa oliveira pelos sacerdotes idólatras da Grécia.
Barnabé, de Chipre, foi morto sem muitos fatos conhecidos em 73 AD. Simão, de sobrenome Zelote, pregou na África e na Grã-Bretanha, onde foi crucificado em cerca de 74 dC.
João, o "discípulo amado", era o irmão de Tiago. Apesar de ter sofrido grande perseguição, inclusive aprisionamento de onde escreveu o livro do Apocalipse. Ele foi o único apóstolo que escapou de uma morte violenta.
Algumas fotos e desenhos de pessoas e locais.
Coliséu de Roma
As catacumbas de Roma, formam um labirinto. Para a construção dos palácios de Roma era daqui levada areia, quando começaram as perseguições com Nero, os cristãos escondiam-se aqui. Muitos morreram de fome, chacinados e de perstilências. É um lugar impressionante!
Inquisição
Por dentro do Coliseu e do Foro Romano
Acordei com as energias renovadas e pronto para curtir meu último dia em Roma. No dia seguinte eu pegaria um vôo para Paris e depois para o Brasil. Antes de tudo tive que arrumar minhas malas e fazer o check-out para trocar de quarto novamente. Minha despedida do quarto dos sonhos. O menino da recepção já tinha me avisado que aquele quarto estava reservado na noite de sexta pra sábado, então eu tive que tirar todas as minhas coisas do quarto antes das 10h. O novo quarto estaria livre após as 15hs. Bom, tudo certo… café da manhã tomado, era hora de partir para o Coliseu. Neste dia eu visitaria o Coliseu por dentro e também o Foro Romano. Ainda no Brasil eu tinha visto algumas pessoas recomendando a compra do Roma Pass, mas pelos meus cálculos não valeria a pena para a minha viagem. Fui de metrô até o Coliseu, pois queria chegar cedo e o tempo já estava fechando. Cheguei no Coliseu e não achei a fila tão grande assim, não deu nem 15 minutos para comprar o ticket. Perto do Coliseu existem muitas pessoas querendo te vender um ticket para você não pegar a fila, senti cheiro de golpe de longe e nem dei atenção.



Entrada na mão, pronto… estava dentro do Coliseu. Cara, incrível estar ali. Mais um lugar de Roma que me fez prender a respiração. Andar nas arquibancadas, ver os espaços onde os leões eram guardados e pensar em tudo aquilo funcionando a cerda de quase 2000 anos atrás!!! O Coliseu foi construído entre os anos 70 e 90 d.C. Esse lugar chegou a suportar 50.000 pessoas e gladiadores de verdade lutaram ali. Fiquei um bom tempo andando por todos lados que eu tinha acesso. Sempre tentando imaginar como tudo aquilo ali era na época da Roma Antiga.



Depois de passar um bom tempo ali, era hora de visitar o Foro Romano. O ticket para entrar era o mesmo do Coliseu e mais uma vez eu não tinha um mapa pra me localizar lá dentro. A solução era me perder naquela cidade em ruínas e cara, foi a melhor coisa que fiz. Uma pena o tempo estar fechado, o sol teria deixado o lugar ainda mais bonito.

Aquele lugar pareceria um cenário de algum filme épico, mas era tudo real. Tudo ali era de verdade e mais uma vez eu estava impressionado com tudo que o homem já foi capaz de construir. Eu não sou grande conhecedor da história antiga, mas é tão estranho pensar em como tudo aquilo se perdeu. Uma cidade tão grande virar ruínas, o Coliseu deixar de funcionar. Tradições antigas… eu entendo que é a evolução e tudo mais, mas juro que eu gostaria de ter tido a chance de ver tudo aquilo funcionando.



Bom, não tenho como contar tudo que vi ali, mas posso dizer que o lugar é muito maior do que eu imaginei. Fiquei horas caminhando lá dentro, e vou dizer que é bem cansativo. Tem subida, tem decida, tem escada pra lá, pra cá… o chão é irregular e no meu caso ainda começou a chover. Em alguns momentos eu achei que não ia conseguir andar pois as pedras pareciam estar bem escorregadias, mas felizmente não ocorreu nenhum acidente no percurso.




Quando eu sai do Foro Romano eu andei até o Coliseu novamente. Já tinha passado algumas horas do almoço e minha barriga estava roncando. A chuva apertou e acabei comendo um sanduíche na frente do Coliseu, não estava muito gostoso mas com a fome que eu estava pareceu um dos melhores que já comi.
Meu plano era voltar para o hostel caminhando, mas a chuva estava bem forte. Pensei em pegar o metrô, mas naquela hora tinha terminado algum tipo de manifestação perto do Coliseu e tinha centenas de pessoas com bandeiras entrando na estação. Foi difícil decidir o que fazer. Pensei, pensei, pensei e decidi ir caminhando, mesmo com a chuva. Andei algumas quadras eeee…. desisti! Meu guarda-chuva não estava dando conta e como eu me conheço eu não ia aproveitar nada. Acabei voltando para pegar o metrô. Tive que esperar umas duas linhas passarem para eu conseguir entrar, mas do Coliseu até a Termini é bem rápido.
Quando eu cheguei no hostel eu já tinha acesso ao novo quarto. Cheguei lá e adivinha? Mais dois brasileiros. Não lembro o nome deles… eles não eram muito de papo. Tinha um menina da argentina também, bem simpática. Tomei um banho e decidi ficar pelo hostel. Desci para o bar para usar a usar a Internet e tomar minha última cerveja na minha última noite em Roma.
Minha viagem estava na reta final e eu já estava sentindo saudades, mesmo sem ter partido
Entrada na mão, pronto… estava dentro do Coliseu. Cara, incrível estar ali. Mais um lugar de Roma que me fez prender a respiração. Andar nas arquibancadas, ver os espaços onde os leões eram guardados e pensar em tudo aquilo funcionando a cerda de quase 2000 anos atrás!!! O Coliseu foi construído entre os anos 70 e 90 d.C. Esse lugar chegou a suportar 50.000 pessoas e gladiadores de verdade lutaram ali. Fiquei um bom tempo andando por todos lados que eu tinha acesso. Sempre tentando imaginar como tudo aquilo ali era na época da Roma Antiga.
Depois de passar um bom tempo ali, era hora de visitar o Foro Romano. O ticket para entrar era o mesmo do Coliseu e mais uma vez eu não tinha um mapa pra me localizar lá dentro. A solução era me perder naquela cidade em ruínas e cara, foi a melhor coisa que fiz. Uma pena o tempo estar fechado, o sol teria deixado o lugar ainda mais bonito.
Aquele lugar pareceria um cenário de algum filme épico, mas era tudo real. Tudo ali era de verdade e mais uma vez eu estava impressionado com tudo que o homem já foi capaz de construir. Eu não sou grande conhecedor da história antiga, mas é tão estranho pensar em como tudo aquilo se perdeu. Uma cidade tão grande virar ruínas, o Coliseu deixar de funcionar. Tradições antigas… eu entendo que é a evolução e tudo mais, mas juro que eu gostaria de ter tido a chance de ver tudo aquilo funcionando.
Bom, não tenho como contar tudo que vi ali, mas posso dizer que o lugar é muito maior do que eu imaginei. Fiquei horas caminhando lá dentro, e vou dizer que é bem cansativo. Tem subida, tem decida, tem escada pra lá, pra cá… o chão é irregular e no meu caso ainda começou a chover. Em alguns momentos eu achei que não ia conseguir andar pois as pedras pareciam estar bem escorregadias, mas felizmente não ocorreu nenhum acidente no percurso.
Quando eu sai do Foro Romano eu andei até o Coliseu novamente. Já tinha passado algumas horas do almoço e minha barriga estava roncando. A chuva apertou e acabei comendo um sanduíche na frente do Coliseu, não estava muito gostoso mas com a fome que eu estava pareceu um dos melhores que já comi.
Meu plano era voltar para o hostel caminhando, mas a chuva estava bem forte. Pensei em pegar o metrô, mas naquela hora tinha terminado algum tipo de manifestação perto do Coliseu e tinha centenas de pessoas com bandeiras entrando na estação. Foi difícil decidir o que fazer. Pensei, pensei, pensei e decidi ir caminhando, mesmo com a chuva. Andei algumas quadras eeee…. desisti! Meu guarda-chuva não estava dando conta e como eu me conheço eu não ia aproveitar nada. Acabei voltando para pegar o metrô. Tive que esperar umas duas linhas passarem para eu conseguir entrar, mas do Coliseu até a Termini é bem rápido.
Quando eu cheguei no hostel eu já tinha acesso ao novo quarto. Cheguei lá e adivinha? Mais dois brasileiros. Não lembro o nome deles… eles não eram muito de papo. Tinha um menina da argentina também, bem simpática. Tomei um banho e decidi ficar pelo hostel. Desci para o bar para usar a usar a Internet e tomar minha última cerveja na minha última noite em Roma.
Minha viagem estava na reta final e eu já estava sentindo saudades, mesmo sem ter partido
O SANTUÁRIO DE JERUSALÉM Monte das oliveiras
Eleónskaâ, ou Maslíčnaâ uplands de montanha, estendendo-se do Norte para o sul na parede oriental da cidade velha de Jerusalém, no lado leste do vale do Cédron. Desde os tempos antigos, foi plantado com azeitonas, donde o nome. Além do mencionado anteriormente Universidade Mórmon e a Igreja de Mary Magdalene, há o jardim de Getsêmani e a igreja ou Basílica da agonia (primeiro plano). No oeste e Sul encostas do extremo sul do Monte das oliveiras é um antigo cemitério judeu, para ser enterrado no que é considerado uma grande honr
De acordo com a tradição cristã, no Monte das oliveiras tem visto muitos eventos associados com a presença de Jesus na terra e em particular, a ascensão ao céu. No centro da foto-Igreja de todas as Nações (Templo do sofrimento do senhor). À esquerda da igreja é manter sua parte do jardim do Getsêmani, onde Christ foi levado sob custódia.
Sobre as cúpulas douradas da Igreja Ortodoxa Russa é Mary Magdalene.
Igreja de todas as Nações

Jardim dos justos entre as Nações

Este jardim foi fundado em honra dos milhares de não-judeus que arriscaram suas vidas para salvar judeus durante o Holocausto. Seus nomes são gravados em ordem alfabética de acordo com o país de residência.
Jardim de Getsêmani

Jardim de Getsêmani, Getsêmani, Gefsiman (Aram. g shmanim, šmanim Ghat) é um jardim de plantas de óleo na parte inferior da encosta do Monte das oliveiras perto o Brook Kidron, a leste do centro de Jerusalém. Getsêmani é conhecido há muito tempo. De acordo com os Evangelhos, Jesus foi preso.

Até os dias atuais sobreviveu apenas uma parte dos tempos bíblicos Getsêmani, mas ainda são oito olive trees, que foram plantadas no século i d.c. Jesus veio aqui a noite antes da crucificação, ele experimentou o gosto amargo da traição e foi preso. No local onde, segundo a lenda, Judas traiu a Cristo, no V século Basílica foi construída.

Idade das oliveiras, o jardim de Getsêmani
Desde os tempos antigos, o jardim de Getsêmani é reverenciado pelos cristãos como um dos lugares sagrados conectados com as paixões de Cristo e é o principal local de peregrinação cristã. Parte do antigo território do jardim é a majestosa Igreja de todas as nações. Em 1861, o jardim de Gefsimanskim procurando franciscanos católicos.

No jardim do Getsêmani é chamado Getsêmani gruta e rezou na noite do cativeiro de Cristo. Os peregrinos podem ver espaço no chão, onde gotas de lágrimas de Jesus Cristo tem derretido a pedra áspera, gelo, pronizav.
Tradição cristã conecta-se com o beijo traiçoeiro de Judas do Olive Garden. No mesmo local onde, segundo a lenda, Judas traiu o professor no início da era cristã (século v D.C.), a Basílica foi construída. No ano de 1919 foi iniciada e em 1924 foi a construção da Igreja de todas as nações. O templo foi nomeado em memória das 12 comunidades católicas em todo o mundo, que doou fundos para a construção da igreja.

Esta é uma antiga oliveira aqueles volta naqueles dias, quando a Virgem Maria caminhou na terra. Lembra-se e o califa Omar e tinha apreendido as terras dos cruzados. Mas, apesar do fato de que suas folhas escurecidas e Cora tem tornadas, ele ainda fornece sombra para os viajantes, e seus ramos são um símbolo de paz.
Igreja da Assunção da Santa Virgem

Perto do jardim de Getsêmani é a Igreja da Assunção, construída no século XII, no local onde, em 326, a primeira igreja erguida Imperatriz Helen.

No vale de Iosafatovoj, no jardim do Getsêmani é a capela subterrânea da tumba da Virgem Maria. Um frontão única com arcos góticos duplos situa-se acima da superfície da terra. A larga escadaria de mármore nas 48 fases, começando na entrada, leva para o santuário do Santo mãe "dobra". Descendo as escadas sob o arco das galerias gerais, do lado direito vemos uma capela pequena, mas elegante, com dois prestolami, que atravessam o túmulo de St. a ascendência de Joaquim e Anna: o trono do Norte abrange o caixão de Joachim e o trono do leste, o túmulo de St. Anna.
Igreja de Santa Ana em Vifezde

Aqui é o lugar para estar em casa sobe o majestoso edifício da Igreja Católica de St. Anna. O site de sua casa. Rainha Jelena construiu o templo, a destruição ao mesmo tempo que o outro. Restaurado várias vezes os cristãos após várias destruições, na época dos cruzados, que era um pouco pobre mosteiro. O moderno edifício da igreja foi construído no ano de 1142, com o apoio da rainha Melisende, muitos feitos para os peregrinos na Terra Santa.

O altar da Natividade da Virgem na Igreja de St. Anna, em Vifezde
Igreja de Santa Maria Madalena

Igreja de St. Mary, Magdalíny em Gefsimánii é a Igreja Ortodoxa Russa em Jerusalém Oriental. No Getsêmani, não muito longe do túmulo da Virgem, na encosta do Monte das oliveiras. Construído pela sociedade Imperial de Palestina ortodoxa, em detrimento da família imperial, em memória da Imperatriz Maria Alexandrovna. Consagrada em 1888, em honra de St Mary Magdalene.

o Interior da Igreja de Santa Maria Madalena
Mosteiro da Assunção da Virgem

Mosteiro da Assunção dos monges, a Virgem Maria Abadia dos beneditinos no monte Sião em Jerusalém fora das muralhas da cidade antiga perto do portão de Zion.
A primeira igreja construída no local, foi dedicado para a última ceia de Jesus e seus discípulos, bem como a convergência do Espírito Santo sobre os apóstolos no dia de Pentecostes. Aqui começa a ser reverenciado como o lugar com a cripta, onde está a pedra em que ela morreu.

A cripta em Dormicione, o site da Dormição da Theotokos
Na cripta da Dormiciona no centro da sala há uma estátua da Virgem da madeira da cereja deitado sobre a pedra, determinada pela tradição da ordem, no qual o usopla de Maria.
A Igreja de São Pedro em Gallicantu

Lamentações (Lamentações)-portanto, os católicos chamados na encosta oriental do monte Sião em Jerusalém, que em latim significa "riacho do pau" ("gallus" Rooster, "cantus"-cantando). O nome vem do novo testamento: na tradição católica, este é o lugar no início da manhã de primavera Peter, um dos doze apóstolos, traiu três vezes seu professor durante o interrogatório de Jesus, o sumo sacerdote Kajafoj. pouco antes de que, apesar das garantias de Peter, Jesus profetizou que ele vai trai-lo, imediatamente depois que pau propoët. E assim aconteceu. uma igreja moderna foi construída na 20, mas consagrada somente em 1931, e nesse ano fez sua data de conclusão da construção.
CIDADE VELHA

As paredes da cidade velha
Visite a cidade velha, é sempre um evento de choque, mágico. E não é importante, você veio aqui pela primeira vez, ou ter sido aqui por muitas vezes.
As ruas estreitas de paralelepípedos, colunas romanas, imponente parede com inúmeros arcos e imediatamente dar-lhe a sensação de irrealidade do que está acontecendo. Cada pedra da cidade velha está pronta para contar sua história.

A cidade velha é composto por distritos de 4h e oito portão, portão novo, Damasco, Irodovye, há muito tempo, o portão da piedade, Lûvinnye, portão de resíduos, Zion Christian e portão de Jaffa. É que o monte do templo é o local do templo.
Senhor Kipat mesquita, monte do templo

Acima de arquibancada velha cidade de Jerusalém, o monte do templo é o lugar mais sagrado para os judeus e um dos mais importantes para os seguidores do Islã. No seu auge, cercado por muros altos, são mais antigas do mundo, a Mesquita de Al-Aqsa e a cúpula do Santuário de pedra, construídas sobre o local onde, segundo a lenda, o profeta Mohammed ascendeu ao céu.

Para estes, polido por milhões de pés de ruas, eram reis e escravos, guerreiros e peregrinos, mercadores e os pobres. Hoje a cidade velha é aproximadamente três vezes menor de Jerusalém antiga. É dividido em quatro trimestres: muçulmanos, cristãos, armênios e judeus.
A torre de Davi
A torre de David é uma antiga cidadela localizada próximo ao portão de Jaffa na entrada da cidade velha de Jerusalém. A fortaleza foi construída no século II A.C. para a defesa e o fortalecimento de objetos estrategicamente fracos
Janusz Korczak Square

No meio da praça há um monumento a um professor judeu polonês de Varsóvia para o Dr. Henry Henrik Goldschmidt, conhecido sob o pseudônimo de Janusz Korczak. Apesar dos enormes esforços para salvar sua equipe do seu orfanato Janusz Korczak e cerca de 200 crianças foram enviadas para o campo de extermínio de Treblinka, em 5 de agosto de 1942.
A sinagoga Ramban

Sinagoga Ramban (PSI. ") é a mais antiga sinagoga ativa na cidade velha. Foi fundada em 1267, Nahmanidom (rabino Moshe Ben Nahman ou Rambanom). Sinagoga Ramban está localizada na esquina da rua e área de Jehudim HA-Hurva.
O MURO DE LAMENTAÇÕES

Austrália Stená, Stená Pláča ou um verdadeiramente deslumbrante (pronúncia de Ashkenazic הַמַעֲרָבִי, HA-Kotel HA-Maaravi, הַכֹּתֶל em Hebraico: Kosel′) é uma parte de (485 m) antigas muralhas em torno a encosta ocidental do monte do templo na cidade velha de Jerusalém, sobrevivendo após a destruição do segundo templo pelos romanos em 70 d.c., o maior santuário do judaísmo fora o monte do templo.


Os judeus de todo o mundo rezam para com Israel, os judeus de Israel estão rezando em direção a Jerusalém e os judeus de Jerusalém rezar no muro ocidental.
O comprimento de toda a parede ocidental é de 488 metros. A ascensão de paredes a uma altura de 15 metros e outra parte da parede é debaixo da terra. Foi construída de enormes blocos de pedra talhados sem uma solução de fixação e todas as pedras são encaixadas umas às outras.


Para eficiência, cada nova linha de pedras foi instalada pelo recesso dentro e, portanto, a parede ligeiramente inclinada. Durante a construção de Herodes o grande teve que ir para um truque para não pedir a permissão de Roma para tal construção. Ele enviou um mensageiro a Roma para uma autorização, sabendo que vai levar um longo tempo e começou a construção. Quando o mensageiro voltou de Roma, a construção foi concluída, e em resposta, Octávio Augusto estava escrito: "se não começou, não peça. Se começou a quebra para baixo. Quando terminou-deixar as coisas como elas são."


Seu nome tem recebido porque judeus lamentam aqui primeiro e segundo templos, destruiu os dois no mesmo dia (9 AV), mas em anos diferentes.
Nos Estados, escrituras que ambos a destruição não ocorreu por acaso. Os judeus foram punidos por idolatria, incesto e derramamento de sangue para a primeira vez e causeless mežduusobnuû guerra-à segunda.


Durante séculos, é um símbolo de fé e esperança de muitas gerações de judeus, local de peregrinação e oração. A fonte mais antiga ligação judeus com parede data do século IV. Com o início do movimento sionista, no início do século 20, a parede tornou-se uma das causas das tensões entre a comunidade judaica e líderes religiosos muçulmanos.


O muro foi construído em 19 A.C. Herodes o grande para manter os taludes de terra feita durante a expansão do território do templo. O comprimento do muro das lamentações 57 m, uma altura de 19 metros (parte visível) e 32 m, da Fundação. O comprimento total da parede 488 m.


Ver os dos muros da cidade velha





É isso então, parece que a "trilha" na parte superior da parede. A parede, que pode ser vista hoje em Jerusalém, foi construída em 1538 por Solimão, o magnífico. O comprimento total das paredes é de 4,5 km, profundidade-até 5 metros e uma altura de 5 a 15. Até 1860, a "Jerusalém" foi localizada no interior das muralhas da cidade.
Mesquita de Omar
Mesquita de Omar-oposto do pátio sul da Igreja do Santo Sepulcro.
Mesquita de Omar foi construída em sua forma atual por bin Sultan Ajûbidom Sultan Al-Afdalom 1193 por Saladino. O minarete da Mesquita lá são 15 metros de altura, que foi construída antes de 1465 e foi renovado pelo sultão Abdul Hamid II (1839-1860).
ruas estreitas da cidade velha

estreitas ruas sinuosas de Jerusalém, ruas de paralelepípedos, um pouco cortada Windows e foram vistos, parece a idade média, otvorâvšiesâ porta, escondidos de olhares indiscretos bairros religiosos de olhos vida de Jerusalém. Sob o telhado saliente de pesados arcos de pedra, até ao meio dia, mal penetrar os raios.

Poucos, andando às pressas ao longo das ruas de transeuntes, de repente mel′knuvšij cão de rua ou um gatinho vermelho babado, solitário sentado à beira de uma laje de pedra, obtém nossa imaginação desde os tempos antigos distantes em Jerusalém hoje.

Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém. Uma capela católica. Sobre a cunhagem de Jesus Cristo e Mary Magdalene. Jesus diz que ainda não tenha ido
Sobre as cúpulas douradas da Igreja Ortodoxa Russa é Mary Magdalene.
Igreja de todas as Nações
Jardim dos justos entre as Nações
Este jardim foi fundado em honra dos milhares de não-judeus que arriscaram suas vidas para salvar judeus durante o Holocausto. Seus nomes são gravados em ordem alfabética de acordo com o país de residência.
Jardim de Getsêmani
Jardim de Getsêmani, Getsêmani, Gefsiman (Aram. g shmanim, šmanim Ghat) é um jardim de plantas de óleo na parte inferior da encosta do Monte das oliveiras perto o Brook Kidron, a leste do centro de Jerusalém. Getsêmani é conhecido há muito tempo. De acordo com os Evangelhos, Jesus foi preso.
Até os dias atuais sobreviveu apenas uma parte dos tempos bíblicos Getsêmani, mas ainda são oito olive trees, que foram plantadas no século i d.c. Jesus veio aqui a noite antes da crucificação, ele experimentou o gosto amargo da traição e foi preso. No local onde, segundo a lenda, Judas traiu a Cristo, no V século Basílica foi construída.
Idade das oliveiras, o jardim de Getsêmani
Desde os tempos antigos, o jardim de Getsêmani é reverenciado pelos cristãos como um dos lugares sagrados conectados com as paixões de Cristo e é o principal local de peregrinação cristã. Parte do antigo território do jardim é a majestosa Igreja de todas as nações. Em 1861, o jardim de Gefsimanskim procurando franciscanos católicos.
No jardim do Getsêmani é chamado Getsêmani gruta e rezou na noite do cativeiro de Cristo. Os peregrinos podem ver espaço no chão, onde gotas de lágrimas de Jesus Cristo tem derretido a pedra áspera, gelo, pronizav.
Tradição cristã conecta-se com o beijo traiçoeiro de Judas do Olive Garden. No mesmo local onde, segundo a lenda, Judas traiu o professor no início da era cristã (século v D.C.), a Basílica foi construída. No ano de 1919 foi iniciada e em 1924 foi a construção da Igreja de todas as nações. O templo foi nomeado em memória das 12 comunidades católicas em todo o mundo, que doou fundos para a construção da igreja.
Esta é uma antiga oliveira aqueles volta naqueles dias, quando a Virgem Maria caminhou na terra. Lembra-se e o califa Omar e tinha apreendido as terras dos cruzados. Mas, apesar do fato de que suas folhas escurecidas e Cora tem tornadas, ele ainda fornece sombra para os viajantes, e seus ramos são um símbolo de paz.
Igreja da Assunção da Santa Virgem
Perto do jardim de Getsêmani é a Igreja da Assunção, construída no século XII, no local onde, em 326, a primeira igreja erguida Imperatriz Helen.
No vale de Iosafatovoj, no jardim do Getsêmani é a capela subterrânea da tumba da Virgem Maria. Um frontão única com arcos góticos duplos situa-se acima da superfície da terra. A larga escadaria de mármore nas 48 fases, começando na entrada, leva para o santuário do Santo mãe "dobra". Descendo as escadas sob o arco das galerias gerais, do lado direito vemos uma capela pequena, mas elegante, com dois prestolami, que atravessam o túmulo de St. a ascendência de Joaquim e Anna: o trono do Norte abrange o caixão de Joachim e o trono do leste, o túmulo de St. Anna.
Igreja de Santa Ana em Vifezde
Aqui é o lugar para estar em casa sobe o majestoso edifício da Igreja Católica de St. Anna. O site de sua casa. Rainha Jelena construiu o templo, a destruição ao mesmo tempo que o outro. Restaurado várias vezes os cristãos após várias destruições, na época dos cruzados, que era um pouco pobre mosteiro. O moderno edifício da igreja foi construído no ano de 1142, com o apoio da rainha Melisende, muitos feitos para os peregrinos na Terra Santa.
O altar da Natividade da Virgem na Igreja de St. Anna, em Vifezde
Igreja de Santa Maria Madalena
Igreja de St. Mary, Magdalíny em Gefsimánii é a Igreja Ortodoxa Russa em Jerusalém Oriental. No Getsêmani, não muito longe do túmulo da Virgem, na encosta do Monte das oliveiras. Construído pela sociedade Imperial de Palestina ortodoxa, em detrimento da família imperial, em memória da Imperatriz Maria Alexandrovna. Consagrada em 1888, em honra de St Mary Magdalene.
o Interior da Igreja de Santa Maria Madalena
Mosteiro da Assunção da Virgem
Mosteiro da Assunção dos monges, a Virgem Maria Abadia dos beneditinos no monte Sião em Jerusalém fora das muralhas da cidade antiga perto do portão de Zion.
A primeira igreja construída no local, foi dedicado para a última ceia de Jesus e seus discípulos, bem como a convergência do Espírito Santo sobre os apóstolos no dia de Pentecostes. Aqui começa a ser reverenciado como o lugar com a cripta, onde está a pedra em que ela morreu.
A cripta em Dormicione, o site da Dormição da Theotokos
Na cripta da Dormiciona no centro da sala há uma estátua da Virgem da madeira da cereja deitado sobre a pedra, determinada pela tradição da ordem, no qual o usopla de Maria.
A Igreja de São Pedro em Gallicantu
Lamentações (Lamentações)-portanto, os católicos chamados na encosta oriental do monte Sião em Jerusalém, que em latim significa "riacho do pau" ("gallus" Rooster, "cantus"-cantando). O nome vem do novo testamento: na tradição católica, este é o lugar no início da manhã de primavera Peter, um dos doze apóstolos, traiu três vezes seu professor durante o interrogatório de Jesus, o sumo sacerdote Kajafoj. pouco antes de que, apesar das garantias de Peter, Jesus profetizou que ele vai trai-lo, imediatamente depois que pau propoët. E assim aconteceu. uma igreja moderna foi construída na 20, mas consagrada somente em 1931, e nesse ano fez sua data de conclusão da construção.
CIDADE VELHA
As paredes da cidade velha
Visite a cidade velha, é sempre um evento de choque, mágico. E não é importante, você veio aqui pela primeira vez, ou ter sido aqui por muitas vezes.
As ruas estreitas de paralelepípedos, colunas romanas, imponente parede com inúmeros arcos e imediatamente dar-lhe a sensação de irrealidade do que está acontecendo. Cada pedra da cidade velha está pronta para contar sua história.
A cidade velha é composto por distritos de 4h e oito portão, portão novo, Damasco, Irodovye, há muito tempo, o portão da piedade, Lûvinnye, portão de resíduos, Zion Christian e portão de Jaffa. É que o monte do templo é o local do templo.
Senhor Kipat mesquita, monte do templo
Acima de arquibancada velha cidade de Jerusalém, o monte do templo é o lugar mais sagrado para os judeus e um dos mais importantes para os seguidores do Islã. No seu auge, cercado por muros altos, são mais antigas do mundo, a Mesquita de Al-Aqsa e a cúpula do Santuário de pedra, construídas sobre o local onde, segundo a lenda, o profeta Mohammed ascendeu ao céu.
Para estes, polido por milhões de pés de ruas, eram reis e escravos, guerreiros e peregrinos, mercadores e os pobres. Hoje a cidade velha é aproximadamente três vezes menor de Jerusalém antiga. É dividido em quatro trimestres: muçulmanos, cristãos, armênios e judeus.
A torre de Davi
Janusz Korczak Square
No meio da praça há um monumento a um professor judeu polonês de Varsóvia para o Dr. Henry Henrik Goldschmidt, conhecido sob o pseudônimo de Janusz Korczak. Apesar dos enormes esforços para salvar sua equipe do seu orfanato Janusz Korczak e cerca de 200 crianças foram enviadas para o campo de extermínio de Treblinka, em 5 de agosto de 1942.
A sinagoga Ramban
Sinagoga Ramban (PSI. ") é a mais antiga sinagoga ativa na cidade velha. Foi fundada em 1267, Nahmanidom (rabino Moshe Ben Nahman ou Rambanom). Sinagoga Ramban está localizada na esquina da rua e área de Jehudim HA-Hurva.
O MURO DE LAMENTAÇÕES
Austrália Stená, Stená Pláča ou um verdadeiramente deslumbrante (pronúncia de Ashkenazic הַמַעֲרָבִי, HA-Kotel HA-Maaravi, הַכֹּתֶל em Hebraico: Kosel′) é uma parte de (485 m) antigas muralhas em torno a encosta ocidental do monte do templo na cidade velha de Jerusalém, sobrevivendo após a destruição do segundo templo pelos romanos em 70 d.c., o maior santuário do judaísmo fora o monte do templo.
Os judeus de todo o mundo rezam para com Israel, os judeus de Israel estão rezando em direção a Jerusalém e os judeus de Jerusalém rezar no muro ocidental.
O comprimento de toda a parede ocidental é de 488 metros. A ascensão de paredes a uma altura de 15 metros e outra parte da parede é debaixo da terra. Foi construída de enormes blocos de pedra talhados sem uma solução de fixação e todas as pedras são encaixadas umas às outras.
Para eficiência, cada nova linha de pedras foi instalada pelo recesso dentro e, portanto, a parede ligeiramente inclinada. Durante a construção de Herodes o grande teve que ir para um truque para não pedir a permissão de Roma para tal construção. Ele enviou um mensageiro a Roma para uma autorização, sabendo que vai levar um longo tempo e começou a construção. Quando o mensageiro voltou de Roma, a construção foi concluída, e em resposta, Octávio Augusto estava escrito: "se não começou, não peça. Se começou a quebra para baixo. Quando terminou-deixar as coisas como elas são."
Seu nome tem recebido porque judeus lamentam aqui primeiro e segundo templos, destruiu os dois no mesmo dia (9 AV), mas em anos diferentes.
Nos Estados, escrituras que ambos a destruição não ocorreu por acaso. Os judeus foram punidos por idolatria, incesto e derramamento de sangue para a primeira vez e causeless mežduusobnuû guerra-à segunda.
Durante séculos, é um símbolo de fé e esperança de muitas gerações de judeus, local de peregrinação e oração. A fonte mais antiga ligação judeus com parede data do século IV. Com o início do movimento sionista, no início do século 20, a parede tornou-se uma das causas das tensões entre a comunidade judaica e líderes religiosos muçulmanos.
O muro foi construído em 19 A.C. Herodes o grande para manter os taludes de terra feita durante a expansão do território do templo. O comprimento do muro das lamentações 57 m, uma altura de 19 metros (parte visível) e 32 m, da Fundação. O comprimento total da parede 488 m.
Ver os dos muros da cidade velha
É isso então, parece que a "trilha" na parte superior da parede. A parede, que pode ser vista hoje em Jerusalém, foi construída em 1538 por Solimão, o magnífico. O comprimento total das paredes é de 4,5 km, profundidade-até 5 metros e uma altura de 5 a 15. Até 1860, a "Jerusalém" foi localizada no interior das muralhas da cidade.
Mesquita de Omar
Mesquita de Omar foi construída em sua forma atual por bin Sultan Ajûbidom Sultan Al-Afdalom 1193 por Saladino. O minarete da Mesquita lá são 15 metros de altura, que foi construída antes de 1465 e foi renovado pelo sultão Abdul Hamid II (1839-1860).
ruas estreitas da cidade velha
estreitas ruas sinuosas de Jerusalém, ruas de paralelepípedos, um pouco cortada Windows e foram vistos, parece a idade média, otvorâvšiesâ porta, escondidos de olhares indiscretos bairros religiosos de olhos vida de Jerusalém. Sob o telhado saliente de pesados arcos de pedra, até ao meio dia, mal penetrar os raios.
Poucos, andando às pressas ao longo das ruas de transeuntes, de repente mel′knuvšij cão de rua ou um gatinho vermelho babado, solitário sentado à beira de uma laje de pedra, obtém nossa imaginação desde os tempos antigos distantes em Jerusalém hoje.
Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém. Uma capela católica. Sobre a cunhagem de Jesus Cristo e Mary Magdalene. Jesus diz que ainda não tenha ido
para seu pai divino.



Blagodátnyj ogón′, ou Svâtój luz (grego Ἅγιο Φῶς) — fogo, trouxe do Santo Sepulcro sobre o culto especial, cometidos anualmente no Sábado Santo, na véspera da Páscoa ortodoxa na Igreja da ressurreição em Jerusalém. A haste do fogo sagrado simboliza a saída de um caixão, que é a verdadeira luz de Jesus Cristo ressuscitado.

Blagodátnyj ogón′, ou Svâtój luz (grego Ἅγιο Φῶς) — fogo, trouxe do Santo Sepulcro sobre o culto especial, cometidos anualmente no Sábado Santo, na véspera da Páscoa ortodoxa na Igreja da ressurreição em Jerusalém. A haste do fogo sagrado simboliza a saída de um caixão, que é a verdadeira luz de Jesus Cristo ressuscitado.
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