A morte de Jesus não foi de mártir, foi morte vicária, em lugar de. Por essa razão, é diferente e única!
João 16: 33 “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições,mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”
Atos 7: 51 Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.
52 A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas;
53 Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.
54 E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele.
55 Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
56 E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
57 Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele.
58 E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
59 E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
60 E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.
Mártires:
Os mártires primitivos foram testemunhas reais da Vida de Jesus. a perseguição aos Cristãos continue no século 21, a voz do mártir do século 1 ainda é a evidência mais dramática de que a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo não foram uma conspiração inventada por um grupo de discípulos. Já que os apóstolos e muitos dos primeiros discípulos foram testemunhas oculares da vida de Jesus, a sua história não foi apenas baseada em crença religiosa, mas eventos históricos reais.
Estêvão pregava o evangelho em Jerusalém durante a Páscoa após a crucificação de Cristo. Ele foi expulso da cidade e apedrejado até à morte. Cerca de 2.000 cristãos sofreram o martírio durante este tempo (cerca de 34 dC).
Tiago, filho de Zebedeu e irmão mais velho de João, foi morto quando Herodes Agripa chegou como governador da Judeia. Muitos discípulos da antiguidade foram martirizados sob o regime de Agripa, inclusive Timão e Pármenas (cerca de 44 AD).
Filipe, um discípulo de Betsaida, na Galileia, sofreu o martírio em Heliópolis, na Frígia. Ele foi açoitado, lançado na prisão e depois crucificado (cerca de 54 AD).
Mateus, o cobrador de impostos de Nazaré que escreveu um evangelho em hebraico, estava a pregar na Etiópia quando sofreu o martírio pela espada (cerca de 60 AD).
Tiago, irmão de Jesus, administrou a igreja primitiva em Jerusalém e foi o autor de um livro da Bíblia. Com a idade de 94, ele foi espancado e apedrejado, até que finalmente teve o cérebro esmagado com um porrete.
Matias foi o apóstolo que substituiu Judas Iscariotes. Ele foi apedrejado em Jerusalém e decapitado.
André, irmão de Pedro, pregou o evangelho por toda a Ásia. Ao chegar a Edessa, foi preso e crucificado numa cruz, duas extremidades da qual foram fixadas transversalmente no chão (daí o termo, Cruz de Santo André).
Marcos converteu-se ao Cristianismo por influência de Pedro, e depois transcreveu no seu Evangelho a narrativa de Pedro sobre Jesus. Marcos foi arrastado aos pedaços pelo povo de Alexandria, diante de Serapis, ídolo dos pagãos.
Pedro foi condenado à morte e crucificado em Roma. Jerónimo afirma que Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, a seu pedido, porque ele disse que era indigno de ser crucificado da mesma maneira que o seu Senhor.
Paulo sofreu a primeira perseguição sob Nero. Devido ao impacto das conversões que resultava das suas pregações. Sofreu o martírio, foi levado a um lugar privado fora da cidade onde foi decapitado pela espada.
Judas, o irmão de Tiago, era comumente conhecido como Tadeu. Ele foi crucificado em Edessa cerca de 72 A.D.
Bartolomeu traduziu o Evangelho de Mateus na Índia. Ele foi cruelmente espancado e crucificado pelos idólatras de lá.
Tomé, chamado de o Dídimo, pregou na Pártia e na Índia. Ele foi morto por sacerdotes pagãos com uma lança que lhe atravessou o corpo.
Lucas foi o autor do Evangelho que tem seu nome. Ele viajou com Paulo através de diversos países e foi supostamente enforcado numa oliveira pelos sacerdotes idólatras da Grécia.
Barnabé, de Chipre, foi morto sem muitos fatos conhecidos em 73 AD. Simão, de sobrenome Zelote, pregou na África e na Grã-Bretanha, onde foi crucificado em cerca de 74 dC.
João, o "discípulo amado", era o irmão de Tiago. Apesar de ter sofrido grande perseguição, inclusive aprisionamento de onde escreveu o livro do Apocalipse. Ele foi o único apóstolo que escapou de uma morte violenta.
Algumas fotos e desenhos de pessoas e locais.
Coliséu de Roma
As catacumbas de Roma, formam um labirinto. Para a construção dos palácios de Roma era daqui levada areia, quando começaram as perseguições com Nero, os cristãos escondiam-se aqui. Muitos morreram de fome, chacinados e de perstilências. É um lugar impressionante!
Inquisição
Por dentro do Coliseu e do Foro Romano
Acordei com as energias renovadas e pronto para curtir meu último dia em Roma. No dia seguinte eu pegaria um vôo para Paris e depois para o Brasil. Antes de tudo tive que arrumar minhas malas e fazer o check-out para trocar de quarto novamente. Minha despedida do quarto dos sonhos. O menino da recepção já tinha me avisado que aquele quarto estava reservado na noite de sexta pra sábado, então eu tive que tirar todas as minhas coisas do quarto antes das 10h. O novo quarto estaria livre após as 15hs. Bom, tudo certo… café da manhã tomado, era hora de partir para o Coliseu. Neste dia eu visitaria o Coliseu por dentro e também o Foro Romano. Ainda no Brasil eu tinha visto algumas pessoas recomendando a compra do Roma Pass, mas pelos meus cálculos não valeria a pena para a minha viagem. Fui de metrô até o Coliseu, pois queria chegar cedo e o tempo já estava fechando. Cheguei no Coliseu e não achei a fila tão grande assim, não deu nem 15 minutos para comprar o ticket. Perto do Coliseu existem muitas pessoas querendo te vender um ticket para você não pegar a fila, senti cheiro de golpe de longe e nem dei atenção.



Entrada na mão, pronto… estava dentro do Coliseu. Cara, incrível estar ali. Mais um lugar de Roma que me fez prender a respiração. Andar nas arquibancadas, ver os espaços onde os leões eram guardados e pensar em tudo aquilo funcionando a cerda de quase 2000 anos atrás!!! O Coliseu foi construído entre os anos 70 e 90 d.C. Esse lugar chegou a suportar 50.000 pessoas e gladiadores de verdade lutaram ali. Fiquei um bom tempo andando por todos lados que eu tinha acesso. Sempre tentando imaginar como tudo aquilo ali era na época da Roma Antiga.



Depois de passar um bom tempo ali, era hora de visitar o Foro Romano. O ticket para entrar era o mesmo do Coliseu e mais uma vez eu não tinha um mapa pra me localizar lá dentro. A solução era me perder naquela cidade em ruínas e cara, foi a melhor coisa que fiz. Uma pena o tempo estar fechado, o sol teria deixado o lugar ainda mais bonito.

Aquele lugar pareceria um cenário de algum filme épico, mas era tudo real. Tudo ali era de verdade e mais uma vez eu estava impressionado com tudo que o homem já foi capaz de construir. Eu não sou grande conhecedor da história antiga, mas é tão estranho pensar em como tudo aquilo se perdeu. Uma cidade tão grande virar ruínas, o Coliseu deixar de funcionar. Tradições antigas… eu entendo que é a evolução e tudo mais, mas juro que eu gostaria de ter tido a chance de ver tudo aquilo funcionando.



Bom, não tenho como contar tudo que vi ali, mas posso dizer que o lugar é muito maior do que eu imaginei. Fiquei horas caminhando lá dentro, e vou dizer que é bem cansativo. Tem subida, tem decida, tem escada pra lá, pra cá… o chão é irregular e no meu caso ainda começou a chover. Em alguns momentos eu achei que não ia conseguir andar pois as pedras pareciam estar bem escorregadias, mas felizmente não ocorreu nenhum acidente no percurso.




Quando eu sai do Foro Romano eu andei até o Coliseu novamente. Já tinha passado algumas horas do almoço e minha barriga estava roncando. A chuva apertou e acabei comendo um sanduíche na frente do Coliseu, não estava muito gostoso mas com a fome que eu estava pareceu um dos melhores que já comi.
Meu plano era voltar para o hostel caminhando, mas a chuva estava bem forte. Pensei em pegar o metrô, mas naquela hora tinha terminado algum tipo de manifestação perto do Coliseu e tinha centenas de pessoas com bandeiras entrando na estação. Foi difícil decidir o que fazer. Pensei, pensei, pensei e decidi ir caminhando, mesmo com a chuva. Andei algumas quadras eeee…. desisti! Meu guarda-chuva não estava dando conta e como eu me conheço eu não ia aproveitar nada. Acabei voltando para pegar o metrô. Tive que esperar umas duas linhas passarem para eu conseguir entrar, mas do Coliseu até a Termini é bem rápido.
Quando eu cheguei no hostel eu já tinha acesso ao novo quarto. Cheguei lá e adivinha? Mais dois brasileiros. Não lembro o nome deles… eles não eram muito de papo. Tinha um menina da argentina também, bem simpática. Tomei um banho e decidi ficar pelo hostel. Desci para o bar para usar a usar a Internet e tomar minha última cerveja na minha última noite em Roma.
Minha viagem estava na reta final e eu já estava sentindo saudades, mesmo sem ter partido
Entrada na mão, pronto… estava dentro do Coliseu. Cara, incrível estar ali. Mais um lugar de Roma que me fez prender a respiração. Andar nas arquibancadas, ver os espaços onde os leões eram guardados e pensar em tudo aquilo funcionando a cerda de quase 2000 anos atrás!!! O Coliseu foi construído entre os anos 70 e 90 d.C. Esse lugar chegou a suportar 50.000 pessoas e gladiadores de verdade lutaram ali. Fiquei um bom tempo andando por todos lados que eu tinha acesso. Sempre tentando imaginar como tudo aquilo ali era na época da Roma Antiga.
Depois de passar um bom tempo ali, era hora de visitar o Foro Romano. O ticket para entrar era o mesmo do Coliseu e mais uma vez eu não tinha um mapa pra me localizar lá dentro. A solução era me perder naquela cidade em ruínas e cara, foi a melhor coisa que fiz. Uma pena o tempo estar fechado, o sol teria deixado o lugar ainda mais bonito.
Aquele lugar pareceria um cenário de algum filme épico, mas era tudo real. Tudo ali era de verdade e mais uma vez eu estava impressionado com tudo que o homem já foi capaz de construir. Eu não sou grande conhecedor da história antiga, mas é tão estranho pensar em como tudo aquilo se perdeu. Uma cidade tão grande virar ruínas, o Coliseu deixar de funcionar. Tradições antigas… eu entendo que é a evolução e tudo mais, mas juro que eu gostaria de ter tido a chance de ver tudo aquilo funcionando.
Bom, não tenho como contar tudo que vi ali, mas posso dizer que o lugar é muito maior do que eu imaginei. Fiquei horas caminhando lá dentro, e vou dizer que é bem cansativo. Tem subida, tem decida, tem escada pra lá, pra cá… o chão é irregular e no meu caso ainda começou a chover. Em alguns momentos eu achei que não ia conseguir andar pois as pedras pareciam estar bem escorregadias, mas felizmente não ocorreu nenhum acidente no percurso.
Quando eu sai do Foro Romano eu andei até o Coliseu novamente. Já tinha passado algumas horas do almoço e minha barriga estava roncando. A chuva apertou e acabei comendo um sanduíche na frente do Coliseu, não estava muito gostoso mas com a fome que eu estava pareceu um dos melhores que já comi.
Meu plano era voltar para o hostel caminhando, mas a chuva estava bem forte. Pensei em pegar o metrô, mas naquela hora tinha terminado algum tipo de manifestação perto do Coliseu e tinha centenas de pessoas com bandeiras entrando na estação. Foi difícil decidir o que fazer. Pensei, pensei, pensei e decidi ir caminhando, mesmo com a chuva. Andei algumas quadras eeee…. desisti! Meu guarda-chuva não estava dando conta e como eu me conheço eu não ia aproveitar nada. Acabei voltando para pegar o metrô. Tive que esperar umas duas linhas passarem para eu conseguir entrar, mas do Coliseu até a Termini é bem rápido.
Quando eu cheguei no hostel eu já tinha acesso ao novo quarto. Cheguei lá e adivinha? Mais dois brasileiros. Não lembro o nome deles… eles não eram muito de papo. Tinha um menina da argentina também, bem simpática. Tomei um banho e decidi ficar pelo hostel. Desci para o bar para usar a usar a Internet e tomar minha última cerveja na minha última noite em Roma.
Minha viagem estava na reta final e eu já estava sentindo saudades, mesmo sem ter partido







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